31.05.09

Duas tiras que merecem registro 

Crédito: reprodução do blog Misterorror

 

Crédito: reprodução do blog Misterorror

 

Crédito: Guilherme Silveira, no blog Misterorror (link).

Escrito por PAULO RAMOS às 15h05
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29.05.09

Esta é a Luluzinha jovem

 

Crédito: reprodução do jornal Valor Econômico

A imagem ao lado é como Luluzinha vai ficar na versão adolescente.

A personagem será lançada em um mangá da Pixel, produzido por autores nacionais, como o blog antecipou na quarta-feira. A Pixel é um dos selos editoriais da Ediouro.

A empresa tem procurado priorizar a informação para a mídia impressa e somente na semana que vem para os sites e blogs.

A ilustração foi divulgada na edição de hoje do "Valor Econômico". O jornal traz outra novidade, ouvida do diretor-geral da Ediouro, Luiz Fernando Pedroso.

"Vamos lançar ainda dois títulos este ano com a mesma proposta", disse. Segundo Pedroso, o título "mostra a mangalização e o reposicionamento da Pixel".

O selo editorial tinha como carro-chefe a linha adulta da norte-americana DC Comics. A editora carioca rompeu o contrato no início do ano.

Saiba mais sobre o projeto neste link.

Escrito por PAULO RAMOS às 12h36
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25.05.09

Uma charge do dia

 

Crédito: Diogo Salles, no Jornal da Tarde

 

Crédito: Diogo Salles, na edição desta segunda-feira do "Jornal da Tarde".

Salles é também autor do livro de charges "CorruPTos? ... Mas Quem Não É", de 2006.

Escrito por PAULO RAMOS às 19h33
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24.05.09

Ediouro vai lançar versão jovem de Luluzinha, segundo revista

 

Crédito: reprodução de capa de álbum de Luluzinha, da Devir

 

 

 

 

 

 

 


De acordo com "Época", Ediouro vai lançar versão teen da personagem no mês que vem

 

 

 

 

 

 

 

 

Luluzinha e Bolinha vão crescer. As histórias serão contadas em "Luluzinha Teen e Sua Turma", a serem lançadas no mês que vem pela Ediouro.

A informação aparece numa nota, no fim da página 133 da "Época", que começou a ser vendida neste fim de semana. A revista não traz mais detalhes.

O blog não conseguiu contato com ninguém da Ediouro para confirmar a notícia ou ter mais detalhes sobre o projeto.

Se confirmado, o lançamento tenta se espelhar na repercussão de "Turma da Mônica Jovem". A revista faz uma versão adolescente dos personagens de Mauricio de Sousa.

                                                            ***

"Turma da Mônica Jovem" entrou no mercado no meio do ano passado. De imediato, teve eco na mídia.

Os números oito e nove figuram entre os dez títulos infanto-juvenis mais vendidos em lista da "Época" desta semana. Aparecem na décima e terceira posições, respectivamente.

Luluzinha surgiu bem antes da Turma da Mônica. Foi criada nos Estados Unidos em 1935 por Marjorie Henderson Buell, que assinava como Marge.

Dez anos depois, ganhou revista própria, escrita por John Stanley. Essas histórias iniciais vinham sendo publicadas no Brasil pela Devir. A editora lançou até agora seis álbuns.

                                                            ***

A Ediouro tem tentado se firmar no mercado de quadrinhos brasileiro desde 2005, quando pôs nas bancas revistas de Guerra nas Estrelas e alguns títulos europeus.

No ano seguinte, criou o selo Pixel, em parceria com a Futuro Comunicação. Em 2007, conseguiu os direitos de publicação dos selos adultos da norte-americana DC Comics.

A empresa rescindiu o contrato com a DC neste ano. A Pixel não lança títulos nas bancas desde janeiro. A Ediouro publica quadrinhos em dois outros selos: Desiderata e Agir.

O último lançamento foi neste mês, uma adaptação da peça "O Pagador de Promessas", feita por Eloar Guazzelli.

Escrito por PAULO RAMOS às 13h49
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22.05.09

O óbvio: quadrinhos não são só para crianças

A frase que intitula esta postagem - o óbvio: quadrinhos não são só para crianças - é o nome do artigo que publico nesta sexta-feira no jornal "Folha de S.Paulo".

O texto foi feito em parceria com Waldomiro Vergueiro, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Observatório de Histórias em Quadrinhos, também na USP.

O artigo aborda a polêmica causada nesta semana pelo álbum "Dez na Banheira, Um na Banheira e Ninguém no Gol". A obra, adulta, seria destinada a crianças.

O governo estadual, que selecionou e comprou 1.216 exemplares do livro, reconheceu a falha e recolheu o material.

O artigo foi publicado na seção "Tendências e Debates", espaço nobre da Folha, dedicado a artigos de opinião. Segue o texto, na íntegra.

                                                          ***

Reportagem desta Folha publicada na última terça-feira (dia19) revelou que uma obra em quadrinhos com palavrões e conotação sexual seria distribuída pelo governo paulista a alunos do terceiro ano do ensino fundamental. Em nota, a administração estadual reconheceu a falha e mandou recolher os 1.216 exemplares adquiridos.

O governador José Serra prometeu punição aos responsáveis e instaurou uma sindicância. Em entrevista ao telejornal "SPTV - 1ª Edição", da TV Globo, classificou o livro em quadrinhos como um "horror", obra de "muito mau gosto".


É preciso olhar criticamente esse noticiário, pois corre o risco de haver generalizações e reprodução de discursos antigos a respeito das histórias em quadrinhos. É o caso da associação delas somente às crianças.

A obra em pauta -"Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol"- não é direcionada ao público infantil. O álbum foi pensado para o leitor adulto, como confirmam o organizador da publicação, o ilustrador Orlando Pedroso, e outros desenhistas do livro.

O governo de São Paulo acerta ao não distribuir a obra a estudantes de nove anos. Nessa idade, o aluno não está preparado para uma leitura nesses moldes. Seria um desserviço pedagógico. Mas parece estar por trás dessa questão um olhar ainda estreito sobre as histórias em quadrinhos, herdado das décadas de 1940 e 1950.

Tal olhar ainda está presente também em parte da imprensa. Reportagem sobre o assunto, exibida na edição noturna do "SPTV", começava com a frase "as histórias são em quadrinhos, mas o conteúdo não tem nada de infantil". É um discurso que enxerga a linguagem como feita exclusivamente para crianças. É claro que o conteúdo não é infantil: a obra foi direcionada ao leitor adulto. A falha, assumida pelo governo do Estado, foi direcioná-la ao ensino fundamental.

Os quadrinhos, assim como a literatura, o teatro e o cinema, possuem uma diversidade de gêneros. Um deles é o infantil, do qual faz parte a Turma da Mônica, de Mauricio de Sousa. Mas há muitas outras produções, direcionadas a diferentes leitores. Inclusive aos adultos, como provam muitas livrarias e as tiras publicadas neste jornal.

O mesmo discurso tende a ver os quadrinhos de forma infantilizada ou não séria. Essa generalização evidencia desconhecimento sobre as histórias em quadrinhos e sua produção e afastou das escolas, por décadas, essa forma de leitura.

Os primeiros passos para a inclusão "oficial" dos quadrinhos no ensino ocorreram no fim do século passado com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e, pouco depois, nos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), ainda no governo Fernando Henrique Cardoso, quando o atual secretário estadual da Educação, Paulo Renato Souza, era ministro da Educação e do Desporto. Os parâmetros traziam orientações para as práticas pedagógicas dos ensinos fundamental e médio.

Outra medida que levou as obras em quadrinhos às escolas ocorreu na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A partir de 2006, publicações em quadrinhos foram incluídas na lista do PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola), que distribui livros para escolas de todo o país. A prática foi repetida nos anos seguintes e também no edital deste ano.

Em 2008, a pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro, revelou que as histórias em quadrinhos encontram forte eco entre os brasileiros. É o gênero mais lido entre os homens e o sétimo mais listado pelas mulheres. Especificamente entre estudantes até a quarta série, os quadrinhos são o terceiro item mais mencionado (36%).

São corretas as iniciativas de levar histórias em quadrinhos à sala de aula e ao roteiro de leitura dos estudantes. No entanto, há dois cuidados que deveriam ser óbvios, mas que o noticiário recente revelou que não são. O primeiro é haver uma seleção do material, de modo a separar as obras de melhor qualidade e destiná-las a seu público ideal. "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol" tem qualidade. Mas não é destinada ao leitor juvenil.

O segundo cuidado é o de não associar as histórias em quadrinhos somente ao público infantil. Do contrário, corre-se o risco de repetir a falha agora vista e de generalizar discursos adormecidos, que são despertados em situações-limite como essa.


Paulo Ramos, 37, é jornalista e professor adjunto do curso de letras da Unifesp (Universidade Federal do Estado de São Paulo). É autor de "A Leitura dos Quadrinhos".
Waldomiro Vergueiro, 52, é professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP e coordenador do Observatório das Histórias em Quadrinhos, da mesma universidade. É organizador do livro "Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula".

Escrito por PAULO RAMOS às 10h05
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21.05.09

Frases que ficaram do caso Dez na Área

A polêmica em torno do livro "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol" começa a caminhar para o esquecimento, como normalmente ocorre na cobertura da imprensa.

Se não for descoberto algo novo, vai haver algumas análises aqui e ali até o fim da semana. O tema deve ser também retomado pelas revistas semanais.

Mas, antes de virar a página - ou a postagem, no caso de um blog -, é relevante registrar as frases que esse caso gerou até aqui e que serão relembradas futuramente.

Lidas isoladamente, elas se destacam por diferentes motivos: ora pela sobriedade da afirmação, ora pelo explícito preconceito ou desconhecimento sobre a área de quadrinhos.

                                                           ***

Às frases:

- "SP distribui a escola livro com palavrões"
   19.05 - Título da reportagem da "Folha de S.Paulo", que revelou o caso

- "Eu achei um horror isso"
   19.05 - Governador José Serra, em entrevista ao "SPTV 1ª Edição", telejornal local da TV Globo

-  "Queria saber como isso foi parar nas escolas. Eu sou mãe, o senhor também tem família, filhos, netos. A gente fica até assustado quando acontece uma coisa dessas."
   19.05 - Carla Vilhena, apresentadora do "SPTV 1ª Edição", na formulação de pergunta a Serra

- "Eu aliás achei de muito mau gosto. Desenho, tudo"
   19.05 - Governador José Serra, na mesma entrevista ao "SPTV 1ª Edição"

- "Responsáveis por cartilhas com conteúdo impróprio serão punidos, diz Serra"
 
19.05 - Título de vídeo com entrevista de Serra no site do SPTV, sobre o livro em quadrinhos

- "As histórias são em quadrinhos, mas o conteúdo não tem nada de infantil"
   19.05 - 1ª frase da jornalista Monalise Perrone, em reportagem sobre o tema no "SPTV 2ª Edição"

- "Eu por exemplo, não recebi um puto pela HQ e agora tenho que dar entrevista pra CBN e explicar que essa HQ jamais deveria entrar em uma sala de aula."
   19.05 - Caco Galhardo, um dos autores do livro, em postagem de seu blog

- "A Associação dos Cartunistas do Brasil, que vem participando por anos da luta pelo reconhecimento do autor brasileiro na área dos quadrinhos e humor gráfico, não pode deixar de dizer que as informações colocadas, dessa forma na mídia, podem depor contra um trabalho sério nas escolas de utilização de publicações de quadrinhos como ferramenta de incentivo à leitura e cultura nacional"
  19.05 - Nota da Associação dos Cartunistas do Brasil sobre o caso, aqui no blog  

- "Segundo a Apeoesp, o livro, composto de 11 histórias em quadrinhos, não tem linguagem apropriada para a idade das crianças, tem problemas de descaracterização da História do Brasil, tem teor homofóbico (de preconceito contra homossexuais) e ainda faz apologia ao PCC (Primeiro Comando da Capital)."
  19.05 - Reportagem do site do jornal "A Cidade", de Ribeirão Preto, interior paulista

- "Compraram livros sem ler para estimular a leitura dos jovens!"
 
20.05 - Spacca, um dos autores do livro, em entrevista a Telio Navega, do blog "Gibizada"

- "Quando eu fiz o livro, era destinado a outro público, de mais idade." (...) "Quem comprou não avaliou isso. O problema todo foi a falha de seleção em si."
 
20.05 - Lélis, um dos autores do livro, em entrevista aqui no blog

- "Essa é definitivamente a declaração mais infeliz de todas. Ele não leu o álbum."
  20.05 - Orlando Pedroso, organizador do livro, aqui no blog, sobre a declaração de Serra 

- "Cartunistas estão pagando pato por erro de secretaria"
 
20.05 - Jornalista Barbara Gancia, em seu blog

- "Diálogo com atendente da Livraria Cultura: - Você tem o livro #deznaárea? - Ué, por que todo mundo está pedindo a obra?"
  20.05 - Diálogo protagonizado por este jornalista, durante sondagem sobre as vendas do livro; diálogo foi registrado no Twitter

- "Gibi não é pra criança. Gibi não é pra criança. Gibi não é pra criança. Gibi não é pra criança. Gibi não é pra criança. Gibi não é pra criança. É inacreditável que em 2009 eu precise repetir isso quinhentas vezes para ver se entra na cabeça desse povo burro"
   20.05 - André Forastieri, jornalista, em seu blog do UOL

                                                            ***

Ouviu ou leu alguma outra frase marcante sobre o caso Dez na Área?

Deixe registrada nos comentários.

Escrito por PAULO RAMOS às 09h44
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19.05.09

Serra diz que álbum em quadrinhos é de "muito mau gosto"

O governador de São Paulo, José Serra, disse hoje que o álbum em quadrinhos "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol" é de "muito mau gosto".

Serra reafirmou que houve falha na seleção da obra e que os responsáveis serão punidos.

O álbum foi comprado pelo governo estadual para ser levado a alunos da terceira série do ensino fundamental.

A obra foi publicada em 2002 pela Via Lettera e não foi pensada para ser usada de forma paradidática. A proposta era reunir crônicas sobre futebol na forma de quadrinhos.

Quatro das 11 histórias traziam palavrões. Uma delas tratava de temas sexuais. A publicação trazia trabalhos de diferentes autores nacionais. 

                                                          ***

As declarações de José Serra foram dadas em entrevista ao "SPTV 1ª Edição", telejornal local da TV Globo, exibido na hora do almoço.

Um trecho do depoimento foi reproduzido pouco depois no "Jornal Hoje", também da Globo, apresentado para todo o país.

Agora à noite, o "SPTV 2ª Edição" retomou o assunto. A matéria iniciava dizendo que "as histórias são em quadrinhos, mas o conteúdo não tem nada de infantil".

No "Jornal da Band", também agora à noite, o comentarista Joelmir Betting falou de um "código de defesa de pais e alunos".

                                                           ***

O assunto veio a público na edição desta terça-feira do jornal "Folha de S.Paulo". A notícia tem ecoado na imprensa desde então.

Assista à entrevista de José Serra na íntegra, reproduzida do site do "SPTV":

  

Escrito por PAULO RAMOS às 19h31
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16.05.09

Uma tira que merece registro

 

Crédito: reprodução do blog Stockadas


Crédito: a tira é de Paulo Stocker e foi postada no blog dele, o "Stockadas".

Escrito por PAULO RAMOS às 11h56
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13.05.09

Uma tira que merece registro

 

Crédito: reprodução da versão on-line da Folha de S.Paulo

 

Crédito: a tira de Laerte foi publicada na edição desta quarta-feira da "Folha de S.Paulo"

Escrito por PAULO RAMOS às 22h06
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11.05.09

Mais uma façanha precoce de João Montanaro

 

Crédito: reprodução do blog Por João

 

Lembram-se do João Montanaro, menino de 12 anos que faz tiras de adultos e que foi noticiado aqui no blog no dia 22 de abril?

Pois bem, ele conseguiu mais uma façanha precoce, que merece registro: foi entrevistado para a MTV. Segundo ele, a reportagem vai ao ar nesta terça-feira, às 21h30.

Pensata minha: este caso comprova uma leitura que tenho feito há algum tempo e que, até então, mantinha apenas em conversas reservadas.

A mídia virtual tem sido a principal fonte de outros órgãos de imprensa quando o assunto são histórias em quadrinhos. Temos agora mais um caso assim.

Numa época em que se discute o fim dos jornais impressos, isso ganha outra cor.

Em tempo: a tira acima é de autoria do João e foi reproduzida do blog dele.

Escrito por PAULO RAMOS às 23h36
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A vingança da gripe suína

 

Crédito: reprodução do site do jornal Gazeta do Povo

 

Crédito 1: a autoria é de Paixão. A charge circulou no site do jornal "Gazeta do Povo", de Curitiba, no dia 28 de abril. 

Crédito 2: agradeço a José Alberto Lovetro, o JAL, e Ricardo Yazigi por terem me enviado, em e-mails diferentes, a mesma dica de charge para postar aqui no blog.

Escrito por PAULO RAMOS às 21h45
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10.05.09

Quadrinhos são literatura?

 

A pergunta pautou matéria do "Entrelinhas", programa da TV Cultura voltado à literatura.

Fui um dos entrevistados. Minha leitura é que existem diálogos evidentes entre as duas áreas. Mas quadrinhos são quadrinhos e literatura é literatura.

Segue a reportagem, reproduzida do site de vídeos "YouTube".

  

 

Escrito por PAULO RAMOS às 16h13
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06.05.09

Laerte participa de talk show animado da MTV

Esta é, com certeza, uma das entrevistas mais diferentes da carreira de Laerte.

O criador dos Piratas do Tietê participou do "Infortúnio com a Funérea", um talk-show da MTV em que pessoas interagem com animações.

O quadrinista fala sobre salões de humor, seu blog, suas influências. E encerra revelando o que escreveria em sua lápide. Não revelo o que é para não estragar a surpresa.

O resultado ficou bem divertido. Pode ser conferido abaixo.

 

 

Escrito por PAULO RAMOS às 00h52
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01.05.09

História de Brian Bolland, feita em 1978, pode ser lida na internet

 

Crédito: reprodução do site Hairy Green Eyeball

 

A sequência acima é uma daquelas surpresas que o mundo virtual esconde até revelar.

Trata-se de uma história em quadrinhos de fevereiro de 1978, desenhada por Brian Bolland para a revista inglesa "The House of Hammer". A trama se chama "Vampire Circus".

As 19 páginas da história de terror estão disponíveis para leitura on-line no site "Hairy Green Eyeball", que pode ser acessado neste link.

                                                           ***

Brian Bolland ganhou fama nos Estados Unidos na década de 1980.

Foi quando fez a arte de duas obras de destaque da DC, ambas publicadas mais de uma vez no Brasil: "Camelot 3000" e "A Piada Mortal", esta escrita por Alan Moore.

Para registro: o crédito da descoberta é de Edu Mendes, que pôs a dica no Twitter.

Escrito por PAULO RAMOS às 15h47
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