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03.07.09
Quadrinhos são tema de feira do livro de Porto Alegre Uma feira de livros vai ter as histórias em quadrinhos como tema central. O evento ocorre neste sábado em Porto Alegre (RS) e conta com a participação de diversos autores. A maior parte é gaúcha. Caso de Santiago, Rodrigo Rosa, Edgar Vasques e Cláudio Levitan. Eles fazem sessão de autógrafos às 11h da manhã, meia hora depois da abertura oficial. Rosa participa também, às 14h, de um debate sobre adaptações em quadrinhos de obras literárias. Ele divide a mesa com o Bira Dantas. *** Dantas é o único autor de fora de Porto Alegre. Mora em Campinas, no interior paulista. É dele uma das versões em quadrinhos de "Dom Quixote", publicada pela Escala. Rosa tem duas versões de romances prontas para serem lançadas: uma de "O Cortiço", pela Ática, e outra de "Os Sertões", pela Agir. A Feira do Caminho do Livro terá também apresentações musicais. O evento será realizado na rua Riachuelo, no centro histórico da cidade. *** Serviço - Feira do Caminho do Livro. Quando: sábado (04.07). Horário: das 10h30 às 16h. Onde: rua Riachuelo, no centro histórico de Porto Alegre. Quanto: de graça.
Escrito por PAULO RAMOS às 17h31
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02.07.09
Parque da Mônica pode ser fechado A informação é de Mauricio de Sousa: o Parque da Mônica pode fechar as portas. Segundo ele, o espaço foi pedido de volta pela administração do shopping Eldorado, em São Paulo, onde fica o parque infantil. O local emprega mais de 300 pessoas. O desenhista e empresário circulou a notícia hoje no microblog Twitter. Ele diz que negocia o caso com os responsáveis pelo shopping. "Naturalmente não ficaremos sem parque", disse, no Twitter. "Mas precisaremos de um tempo adequado para encontrarmos outro bom local. E para a construção."
Escrito por PAULO RAMOS às 18h15
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Álbum descreve revolta realizada há 171 anos no Maranhão 
Capa de "Balaiada - A Guerra do Maranhão", que tem lançamento nesta quinta-feira à noite em São Luís O movimento da Balaiada, iniciado em 1938 na então Província do Maranhão, não tem muito espaço nos livros escolares de história. Um álbum tem a proposta de preencher a lacuna. "Balaiada - A Guerra do Maranhão" foi produzido por três quadrinistas maranhenses. Eles lançam a obra nesta quinta-feira à noite na capital São Luís. O roteiro é de Iramir Araújo, que é também historiador, formado na Universidade Federal do Maranhão. Segundo ele, a ideia vem sendo amadurecida nos últimos dez anos. A fagulha inicial para a construção do álbum em quadrinhos surgiu quando acompanhou uma escavação na cidade de Caxias, onde ocorreu parte do movimento popular. *** "Daí comecei a pesquisar o tema e vi que a bibliografia era extremamente escassa", diz o roteirista, por e-mail. "Mas aos poucos fui tomando conhecimento de trabalhos acadêmicos e teses de mestrado sobre a Balaiada e personagens envolvidos no movimento." Das pesquisas, começou o processo de arrecadação de verbas para a produção da obra. Foram várias tentativas e vários nãos. Conseguiu ser ouvido pela Secretaria de Cultura do Estado.
"Um dos argumentos que expus para eles foi que um movimento dessa importância, que completa 170 anos não poderia passar em brancas nuvens", diz.
***
A verba permitiu, enfim, a finalização do projeto, realizado em 2008. Os desenhos ficaram a cargo de Beto Nicácio e Ronilson Freire, que atua também no mercado norte-americano.
Coube a eles a tarefa de dar forma ao movimento popular. A Balaiada, como ficou conhecida, foi um levante contra as autoridades da Vila da Manga, da província maranhense.
O início do conflito foi a prisão do irmão de Raimundo Gomes Jutahy, considerada equivocada por ele. Jutahy reuniu um grupo de homens e libertou o irmão e outros presos.
Os revoltosos passaram a ser chamados de balaios. O protesto durou três anos, até ser contido pelas autoridades.
O lançamento do álbum é às 19h na Galeria de Arte do Sesc de São Luís. Fica na rua Gomes de Castro, 132, no centro. Custa R$ 25.
Nota: há outro lançamento nacional nesta quinta-feira à noite, também produzido com verba pública. Os mineiros da "Graffiti 76% Quadrinhos" lançam o número 19 da revista.
A festa de lançamento vai ser na Velvet Club, que fica na rua Sergipe, 1.493, em Belo Horizonte (MG). O ingresso custa R$ 15 e dá direito a um exemplar da publicação.
Escrito por PAULO RAMOS às 16h51
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Chargista de Honduras é solto após ficar 24 horas detido O chargista hondurenho Allan McDonald foi solto na manhã de quarta-feira após permanecer 24 horas detido. Ele tinha sido preso pelo Exército do país há dois dias. A informação foi confirmada por sites alternativos de Honduras. A mesma notícia ecoou na página virtual do jornal "USA Today", dos Estados Unidos. Segundo o blog "Habla Honduras", ele já estaria em casa, em segurança. A nota da página virtual informa também que McDonald credita sua libertação à pressão internacional, ao site "Rebelion", do qual é colaborador, e à Igreja Católica da Espanha. *** McDonald foi detido em casa, por um grupo do Exército, na madrugada de terça-feira. Foi levado a um centro militar com outras 15 pessoas. O destino delas é desconhecido. O site "Rebelion" havia informado, inicialmente, que o governo havia pedido que ele procurasse exílio em outro país. Não se sabe se a libertação anula esse dado. O chargista tinha feito desenhos contrários à proibição de um referendo, que definiria uma Assembleia Constituinte. Uma das mudanças previa um segundo mandato presidencial. A Justiça determinou a não-realização da consulta. O Exército acatou. Mas não o então presidente Manoel Zelaya. Ele foi deposto no domingo pela manhã. *** O presidente da Câmara, Roberto Micheletti, assumiu no lugar dele. A ONU (Organização das Nações Unidas) condenou o golpe e exigiu a volta de Zelaya ao cargo. Nessa quarta-feira, o Congresso hondurenho suspendeu os direitos civis por 72 horas. A medida suspende a liberdade de reunião e de livre circulação. Externamente, aumenta a pressão pela volta de Zelaya ao cargo. A OEA (Organização dos Estados Americanos) concedeu as mesmas 72 horas para o retorno do presidente deposto. Um grupo de desenhistas manifestou apoio a Allan McDonald na forma de charges. Os trabalhos foram veiculados no site "Rebelion". É de lá a charge abaixo: 
Leia mais sobre a prisão de Allan McDonald na postagem do blog de 30 de junho.
Escrito por PAULO RAMOS às 01h47
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01.07.09
Exposições marcam edição 2009 do Salão de Humor do Piauí 
Caricatura do técnico da seleção brasileira Dunga, feita por Dálcio Machado, integra uma das cinco mostras do evento Uma tradição do Salão Internacional de Humor do Piauí, as mostras a céu aberto, será repetida na 26ª edição do evento, que tem início nesta quarta-feira em Teresina. O salão deste ano conta com cinco exposições. Uma delas comemora os 50 anos de carreira de Zélio Alves Pinto, irmão de Ziraldo. As outras são dos desenhistas Alcy, do grupo de Os 7 e do premiado Dálcio Machado, autor da caricatura que abre esta postagem. Fecha a mostra a exposição "A História do Futebol Brasileiro Através da Chuteira", que reúne trabalhos do período de 1930 a 2002. *** Os desenhos serão expostos em diferentes pontos da cidade. Um deles é a Praça Pedro II, em Teresina. O salão vai até o próximo dia 7. Outro destaque do evento de humor é a mostra seletiva. O tema foi o meio ambiente. Segundo os organizadores, foram enviados cerca de 2 mil desenhos, vindos de 62 países. A programação pode ser conferida no site do salão de humor. A página também traz uma exposição virtual das mostras deste ano. Para conferir, clique aqui.
Escrito por PAULO RAMOS às 23h57
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30.06.09
Chargista de Honduras é detido e orientado a deixar país
O chargista hondurenho Allan McDonald foi detido pelo governo do país na madrugada desta terça-feira. As autoridades pediram que o desenhista deixe o país imediatamente. As informações, por ora, restringem-se ao universo virtual. A confirmação da prisão foi dada pelo site "Rebelion", onde ele atua. Segundo a página virtual, os detalhes foram passados pelo próprio desenhista. O site não informa como manteve contato com ele. Pelo relato de McDonald, reproduzido por "Rebelion", ele foi detido em casa, por militares. Desenhos dele e seu computador teriam sido destruídos. *** Ainda de acordo com o relato, ele foi levado a um centro militar com jornalistas, artistas e líderes populares. O grupo integraria uma lista de 300 nomes feita pelo governo. Lá, teriam sido orientados a procurar exílio no exterior. Segundo o "Rebelion", ele pode deixar nas próximas horas o país, que fica na América Central. McDonald trabalha ainda no jornal "El Heraldo", também de Honduras. A última charge dele, sobre o processo migratório, circulou nesta terça-feira. É a que abre esta postagem. O desenhista tem feito uma leitura crítica da situação política do país, que viveu um golpe no último domingo. E que motivou sua prisão. *** A deposição do presidente Manoel Zelaya foi o ápice de uma situação tensa, enfrentada no país nos últimos meses. Zelaya propôs um plebiscito para uma Assembleia Constituinte, a ser iniciada em novembro. Um dos itens da reforma magna era a possibilidade de reeleição presidencial. O Congresso do país e a Suprema Corte - indicada pelo Legislativo - se opuseram à consulta popular. O Exército se recusou a colaborar para não despeitar a lei. O chefe do Exército foi demitido. A Suprema Corte determinou o retorno dele ao cargo. Zelaya se recusou. Ele foi deposto no domingo, por militares do país. *** No lugar dele, assumiu o presidente da Câmara, Roberto Micheletti. A ONU (Organização das Nações Unidas) condenou o golpe e exigiu a volta de Zelaya ao cargo. O Brasil orientou o embaixador de Honduras a não retornar ao país. Cinquenta mil hondurenhos se reuniram hoje para pedir o retorno do presidente deposto. Dias antes do golpe, McDonald já dava as tintas da situação negra por que passava o país. Um das charges dele, publicada dia 26 em "El Heraldo", mostrava a urna do plebiscito, num canto, envolta por um cenário todo preto. O título era "chega de escuridão".
Escrito por PAULO RAMOS às 23h53
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Brasileiros disputam mostra de humor sobre blues Três desenhistas brasileiros tiveram trabalhos selecionados para o "Trasimeno Blues Cartoon Fest", mostra internacional de humor que tem o blues como tema. Os cartuns de Junior Lopes, Ronaldo Cunha Dias e Luiz Carlos Fernandes estão entre os 30 selecionados pelo júri do evento italiano. O vencedor ganha prêmio de 250 euros. Todos os desenhos selecionados vão integrar uma mostra paralela ao Trasimeno Blues Festival, que será realizado na Itália entre 23 de julho e 2 de agosto. A definição do primeiro colocado será feita por votação na internet. Clique aqui para conhecer os 30 trabalhos escolhidos - e votar, se quiser.
Escrito por PAULO RAMOS às 23h52
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29.06.09
Novo volume de Predadores prepara terreno para final da série 
Capa do terceiro número da série francesa, que começou a ser vendido neste fim de mês O terceiro volume da série francesa "Predadores" começou a ser vendido neste fim de mês em lojas especializadas em quadrinhos (Devir, 64 págs., R$ 29,90).
Este novo capítulo tem menos ação que os dois primeiros números, lançados no ano passado. Tem a função de servir de transição para a quarto e última parte da série. Os irmãos Camila e Drago - os predadores do título e na capa - continuam a vingança contra uma antiga raça de vampiros que tomou conta de postos-chave da sociedade. Em meio a isso, continuam a manter uma relação sensual e enigmática com a ex-tenente da polícia Vicky Lenore, a primeira a investigar os assassinatos da dupla predadora. *** A série foi publicada na França entre 1998 e 2003 em quatro tomos, nome dado na Europa a cada uma das partes de uma narrativa lançada em diferentes partes. É escrita pelo belga Jean Dufaux e desenhada pelo suíço naturalizado italiano Enrico Marini. Boa parte do brilho dos dois números anteriores se deve ao trabalho deles. Quem for se arriscar na série pode ter dificuldades para entender o enredo. Há necessidade de ter lido os dois álbuns anteriores, publicados pela Devir em julho e agosto de 2008. A editora paulista programou a quarta e última parte para o segundo semestre.
Escrito por PAULO RAMOS às 14h52
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26.06.09
Pasquim completa 40 anos nesta sexta-feira O primeiro número do jornal alternativo "O Pasquim" circulou pela primeira vez há exatos 40 anos, no dia 26 de junho de 1969. A publicação teve um papel importante na resistência ao regime militar brasileiro (1964-1985) e serviu também como suporte para uma nova geração de quadrinistas. Pensei inicialmente em uma resenha para lembrar a data. Os desenhos do falecido Henfil, um dos colaboradores mais criativos do jornal, me demoveram da ideia. O traço dele é muito mais eloquente do que qualquer texto. No lugar de uma resenha, relembro a data com Henfil. Acho que a relevância do jornal está bem representada.
Escrito por PAULO RAMOS às 13h33
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Dois lançamentos nacionais em São Paulo Registro rápido. O álbum "A Poção do Tempo", de Caio Martins, e a revista independente "Picabu", de autores gáuchos, têm lançamento neste sábado à noite em São Paulo em locais diferentes. A sessão de autógrafos da obra de Martins será a partir das 19h30 na HQMix Livraria (Praça Roosevelt, 142, no centro). O lançamento paulista do quarto número da "Picabu" vai ser das 17h às 20h na Livraria Pop (rua Virgílio de Carvalho Pinto, 297, em Pinheiros). O grupo já fez dois lançamentos, o primeiro em Buenos Aires e o segundo em Porto Alegre.
Escrito por PAULO RAMOS às 12h59
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22.06.09
Série argentina Macanudo estreia na Folha de S.Paulo 
A tira acima marca a estreia da série argentina "Macanudo" no caderno de cultura da "Folha de S.Paulo". As histórias começaram a ser publicadas a partir desta segunda-feira. Segundo o jornal, as tiras sairão de segunda a sexta. A história de hoje é a mesma que abre a primeira coletânea da série, lançada no Brasil no ano passado pela Zarabatana. Na época, o autor, Ricardo Liniers, veio ao país promover o álbum. Ele e seu agente, que aproveitou a viagem para fazer contatos com a imprensa daqui. O namoro com a Folha ficou mais sério no último mês e meio. Em maio, o jornal confirmou o interesse na tira e disse que só faltava assinar o contrato. *** "Macanudo" - gíria antiga que quer dizer algo como "supimpa" - é uma das tiras mais conhecidas atualmente na Argentina. É publicada desde 2002 pelo jornal "La Nacion". Desde então, Liniers, hoje com 35 anos, tem lançado coletâneas de suas histórias, todas com boa repercussão. A última, publicada em dezembro, era difícil de ser encontrada nas livrarias portenhas no fim do ano. A edição teve cada uma das 5 mil capas desenhadas à mão pelo autor. Com a estreia de "Macanudo", a Folha em princípio deixa de publicar "Hagar, o Horrível". Quanto à série argentina, a Zarabatana programa um segundo álbum para este ano. *** Leia mais sobre a série e a trajetória de Liniers neste link.
Escrito por PAULO RAMOS às 10h49
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18.06.09
Obras independentes e adaptação literária têm lançamentos em SP 
Capa da revista "Entre Quadros", de Mário César, um dos quatro lançamentos que ocorrem sexta e sábado na capital paulista Três revistas independentes, "Entre Quadros", "Sagu" e "Cabaret", e a adaptação de "O Pagador de Promessas". É o cardápio paulistano de lançamentos para sexta e sábado.
"Entre Quadros" é um projeto de Mário César, autor mais conhecido por organizar as últimas edições da coletânea "Front", da editora Via Lettera. Ele também publicou na obra. A revista independente (36 págs., R$ 5) traz tiras e três histórias em quadrinhos curtas, de diferentes gêneros. As duas primeiras abordam relacionamentos. A terceira, humor. Um cachorro descobre que tem superpoderes: consegue sempre se recompor após ser espancado. Decide iniciar um périplo para se tornar o herói X-Pancadog. *** O lançamento de "Entre Quadros" divide a noite de sexta com a "Sagu" (32 págs., R$ 4). A publicação é a versão impressa de uma revista criada para a internet. Este blog já havia noticiado, em junho de 2007, a criação do primeiro número virtual. A ideia da obra, na tela e no papel, é do desenhista e designer gráfico Maurício Brancalion. Ainda na sexta, há o lançamento de "Cabaret", última parte da trilogia "Sexo, Drogas e Rock´n Roll". A obra é feita por Eduardo Medeiros, Mateus Santolouco e Rafael Albuquerque. No sábado, às 14h, o trio repete o lançamento. *** Também no sábado, mas à noite, Eloar Guazzelli faz um lançamento da adaptação de "O Pagador de Promessas" (Agir, R$ 44,90). O álbum está à venda desde o mês passado e transpõe para os quadrinhos a peça de Dias Gomes (1922-1999). A obra integra uma coleção de clássicos literários da Agir, um dos selos da Ediouro. A editora tem pronta uma versão de "Os Sertões", feita por Rodrigo Rosa e Carlos Ferreira. O material foi entregue pelos autores há mais de um ano. *** Serviço 1 - Lançamentos das revistas "Entre Quadros" e "Sagu". Quando: sexta-feira (19.06). Horário: 19h30. Onde: HQMix Livraria. Endereço: Praça Roosevelt, 142, centro de São Paulo. Quanto: R$ 5 e R$ 4, respectivamente. Serviço 2 - Lançamento de "Cabaret". Quando: sexta-feira (19.06). Horário: 19h30. Onde: Quanta Academia de Artes. Endereço: rua Dr. José de Queirós Aranham 246, São Paulo. Serviço 3 - Lançamento de "Cabaret". Quando: sábado (20.06). Horário: 14h. Onde: loja Comix. Endereço: al. Jaú, 1998, São Paulo. Serviço 4 - Lançamento de "O Pagador de Promessas". Quando: sábado (20.06). Horário: 19h30. Onde: HQMix Livraria. Endereço: Praça Roosevelt, 142, centro de São Paulo. Quanto: R$ 44,90.
Escrito por PAULO RAMOS às 23h35
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14.06.09
Mostra e livro-homenagem marcam 50 anos de carreira de Mauricio 
Personagem Astronauta, feito por Jean Okada, vai integrar obra em quadrinhos com participação de 50 autores brasileiros O cinquentenário de carreira de Mauricio de Sousa, comemorado neste ano, terá pelo menos dois projetos especiais para marcar a data: uma exposição e um livro-homenagem. As informações sobre ambos foram noticiadas nesta semana pelo jornal "Folha de S.Paulo" - com repercussão no site "Universo HQ" - e no blog sobre quadrinhos "Gibizada". Segundo as reportagens, a exposição "Mauricio 50 Anos" será no Museu Brasileiro de Escultura, em São Paulo. A abertura será 18 de julho, data de publicação da primeira tira. A estreia do desenhista e empresário nos quadrinhos ocorreu com os personagens Bidu e Franjinha, publicados em 1959 no jornal "Folha da Manhã", hoje "Folha de S.Paulo". *** O livro-homenagem, chamado "MSP 50", referência à sigla Mauricio de Sousa Produções - vai trazer histórias feitas por 50 desenhistas brasileiros. A lista inclui nomes como Ziraldo, Gabriel Bá, Fábio Moon, Rafael Sica, José Aguiar, Spacca, Ivan reis, Laerte, Lelis, Fernando Gonsales, Guazzelli, Antonio Cedraz e Orlandeli. Uma das histórias, do Astronauta, terá desenhos de Jean Okada. São dele os dois esboços do personagem que abrem esta postagem. A obra será publicada pela Panini, editora responsável pela revistas da Turma da Mônica. A ideia do projeto é de Sidney Gusman, que cuida do planejamento editorial de Mauricio. *** A reportagem do "Gibizada" antecipa alguns dos personagens escolhidos, como o Horácio, feito por Spacca. Para ler a matéria, escrita por Telio Navega, clique aqui.
Escrito por PAULO RAMOS às 14h06
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Turma do Arrepio ganha nova chance nas bancas 
Personagens infantis criados por César Sandoval retornam 20 anos depois de terem sido publicados pela primeira vez De quando em quando, a visita às bancas traz alguma novidade. A deste início de junho é a volta de uma revista com a "A Turma do Arrepio" (Editora As Américas, 36 págs., R$ 3,50). O retorno da série nacional ocorre 20 anos depois de ter sido lançada pela primeira vez. De 1989 a 1993, o título infantil foi publicado pela Editora Globo. Teve 43 números. A série, criada por César Sandoval, teve também um programa de TV, exibido em 1997 pela extinta Rede Manchete. Os personagens são herdeiros mirins de antigas assombrações. Draky é neto do Conde Drácula. Stein, de Frankstein. A múmia Tuty é descente de faraós. Luby, de lobisomen. Medeia é aprendiz de feiticeira e filha da Grande Bruxa. Este primeiro número traz seis histórias curtas, passatempos e a tradicional tira vertical que encerra as revistas infantis brasileiras. Os créditos finais não informam a periodicidade.
Escrito por PAULO RAMOS às 13h33
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13.06.09
Autores de Picabu fazem lançamento brasileiro da revista 
Capa do quarto número da publicação independente, que será lançada hoje em Porto Alegre A revista independente "Picabu" foi mostrada primeiro para os argentinos, no fim de maio, no festival de quadrinhos portenho "Viñetas Sueltas". Agora, chega ao Brasil.
Os autores fazem o lançamento brasileiro da publicação neste sábado, em Porto Alegre, cidade onde moram os sete criadores histórias deste quarto número. A revista traz 11 narrativas curtas feitas por Leandro Adriano, Carlos Ferreira, Fabiano Gummo, Moacir Martins, Nik Neves, Rodrigo Rosa e Rafael Sica. A obra gaúcha foi produzida 17 anos depois da edição anterior. A "Peek-a-Boo", como era chamada inicialmente, contava apenas com Adriano, Ferreira, Nik Neves e Rosa. Os demais autores foram integrados neste novo projeto. *** Serviço - Festa de lançamento de "Picabu". Quando: hoje (13.06). Horário: 18h. Onde: Museu do Trabalho. Endereço: rua dos Andradas, 230, Porto Alegre. Quanto: a entrada é franca; a revista custa R$ 10.
Escrito por PAULO RAMOS às 09h55
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12.06.09
Livros da Marca de Fantasia têm lançamento em São Paulo 
Os paulistas terão neste sábado uma oportunidade rara de comprar livros da Marca de Fantasia. Seis títulos da editora paraibana, que só vende por meio da internet, serão lançados de forma conjunta. Um deles é "Vida Traçada - Um Perfil de Flavio Colin", de Gonçalo Junior. O editor da Marca de Fantasia, o professor universitário Henrique Magalhães, também estará presente. Ele é responsável por "Macambira e Sua Gente" e pelo fanzine "Top! Top!". O evento também terá os álbuns "Artlectos e Pós-Humanos", de Edgar Franco, "Os Marginais", de Elmano Silva, e a segunda edição com tiras de "Katita", de Anita Costa Prado e Ronaldo Mendes. A editora tem o maior catálogo do país de obras sobre quadrinhos. Serviço - Lançamentos da editora Marca de Fantasia. Quando: sábado (13.06). Horário: a partir das 19h30. Onde: HQMix Livraria. Endereço: Praça Roosevelt, 142, centro de São Paulo.
Escrito por PAULO RAMOS às 00h15
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11.06.09
Vida de Estagiário, de Allan Sieber, vai ter piloto para TV 
"Vida de Estagiário", de Allan Sieber, ficou entre os finalistas de um edital do Ministério da Cultura que destina verba à produção de uma série de TV. Os oito selecionados, divulgados nessa terça-feira, vão receber R$ 250 mil cada um. O dinheiro é para produzir um piloto do seriado, a ser exibido na emissoras públicas. Uma comissão vai julgar os três melhores programas. O trio vencedor terá verba de R$ 2,6 milhão para criar uma minissérie com 13 episódios, de 26 minutos cada um. *** O projeto de Sieber para o Mais Cultura - nome do programa federal de incentivo - será produzido pela Neoplastique Entretenimento. A descrição da série é exatamente o que fez por anos nas histórias em quadrinhos. "Vida de Estagiário" mostra as humilhações enfrentadas por Oséas na empresa onde trabalha. As dificuldades de Oséas foram publicadas no "Folhateen", suplemento jovem do jornal "Folha de S.Paulo". A Conrad lançou em 2005 uma coletânea da série. É de lá a história que abre a postagem.
Escrito por PAULO RAMOS às 23h15
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Álbum esmiúça trajetória do universo DC 
Capa de "A História do Universo DC", que chegou às bancas nesta semana Não é preciso o artigo definido que abre o título do álbum "A História do Universo DC", que começou a ser vendido nas bancas nesta semana (Panini, 164 págs., R$ 19,90). O senão é que não se trata de uma única história, mas, sim, de histórias. A obra traz duas delas, de momentos editoriais distintos da norte-americana DC Comics. A primeira recapitulação funcionou como um apêndice para a minissérie de 12 partes "Crise nas Infinitas Terras", lançada nos Estados Unidos entre 1985 e 1986. Crise tinha o objetivo de reduzir todos os planetas paralelos dos super-heróis da casa a um só. Até então, existiam diferentes Terras, cada uma com uma realidade própria. *** A nova realidade dos personagens da DC Comics foi narrada em duas partes por Marv Wolfman e George Pérez, os mesmos autores de Crise. É inédita no Brasil. A reconstituição histórica abre o álbum e é construída nos moldes de um livro ilustrado. Fica claro na leitura que há apenas um planeta Terra, onde Super-Homem e Batman atuam. A segunda história do universo DC foi contada em capítulos na minissérie "52", de 2006, feita por Dan Jurges. A série já foi lançada pela Panini e agora é reunida em sequência. *** A reconstituição atualiza tudo - ou quase tudo - o que ocorreu após "Crise nas Infinitas Terras", inclusive a volta dos diferentes mundos paralelos. A mudança ficou explícita meses antes, quando a DC publicou uma segunda crise, chamada de "Crise Infinita". A série provocou novas mudanças nos personagens e no passado deles. Algumas ainda nem foram reveladas pela editora. Em julho, sai no Brasil outra sequência, "Crise Final". Ao leitor novo ver tantas crises pode parecer confuso. E é mesmo. O leitor alvo deste álbum tende a ser a pessoa que acompanha os heróis da DC já há algum tempo.
Escrito por PAULO RAMOS às 22h43
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09.06.09
Lobo e Odyr desistem de criar editora Barba Negra 
A criação da editora Barba Negra foi abortada antes mesmo de ser concretizada. Os dois responsáveis pelo projeto, S. Lobo e Odyr, decidiram não tocar mais a ideia. "Estávamos com tudo certo pra começar, mas na hora H demos pra trás", diz Lobo. "O mercado está amadurecendo, as grandes editoras estão começando a investir de forma correta, nos pareceu mais acertado investir na carreira autoral." Segundo ele, os autores dos dois primeiros projetos, Allan Sieber e Rafael Sica, já foram informados da decisão. "Encaminhamos todos os álbuns para outras editoras, fizemos o possível pra não deixar ninguém na mão." *** Lobo e Odyr trabalharam juntos por mais de um ano na área de quadrinhos da Desiderata. Produziram nesse período alguns dos álbuns nacionais mais destacados dos últimos anos. Os dois se desligaram da empresa no meio do ano passado, meses após a venda da editora para a Ediouro, realizada na virada de 2007 para 2008. Eles tornaram pública a ideia de criar a Barba Negra em novembro passado. A dupla não descarta trabalhar em outras editoras de forma terceirizada. Lobo diz já ter algumas conversas encaminhadas. *** O lado autoral deles ganha novo impulso com o álbum "Copacabana", da Agir, projeto gestado quando ainda era editor da Desiderata. A obra começou a ser vendida neste mês. Lobo, que foi um dos editores da revista independente "Mosh!", diz que já trabalha no próximo projeto. Será uma adaptação de "A Alma Encantadora das Ruas", do escritor João do Rio (1881-1921). Segundo ele, o álbum vai se chamar "Urubus". "Foi um convite do desenhista Allan Rabello, que trabalha nesta adaptação faz um tempo." *** Nota: o blog resenha nesta quarta-feira o álbum "Copacabana", de Lobo e Odyr.
Escrito por PAULO RAMOS às 20h04
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Governo de SP renova edital de incentivo à produção de quadrinhos A polêmica envolvendo a seleção de obras em quadrinhos para escolas paulistas não interferiu na renovação do edital de incentivo à criação de histórias em quadrinhos. A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo incluiu os quadrinhos, pelo segundo ano seguido, em um programa de apoio à produção cultural. O edital deste ano segue o mesmo molde do aplicado em 2008. Uma comissão vai selecionar dez projetos. Cada um vai receber R$ 25 mil para produzir a história. Setenta por cento do dinheiro é liberado após a assinatura do contrato. O restante sai quando o álbum estiver concluído. Os autores têm oito meses para finalizar o projeto. *** A contrapartida também é idêntica ao do edital passado. Os selecionados terão de fazer um workshop a preços populares e fornecer 200 exemplares para o acervo do governo estadual. As inscrições começam nesta quarta-feira e vão até 27 de julho. O edital vale apenas para pessoas que morem no Estado de São Paulo há pelo menos dois anos. Cada autor poderá inscrever até duas histórias. Mas só é permitida a seleção de uma delas. O texto completo do edital, que traz os detalhes de como se inscrever, pode ser lido no site da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Para acessar, clique aqui. *** Os selecionados do edital de 2008 foram definidos e divulgados em dezembro passado. O escritor Lourenço Mutarelli, que trabalhou por anos com quadrinhos, presidiu a comissão. Até agora, só um dos projetos foi publicado. Foi o álbum de tiras "Caroço no Angu", de Gilmar. A obra foi lançada no fim de abril, em São Paulo. Os demais autores criaram um blog, o "PAC 23", para relatar as etapas de produção dos projetos. A ideia foi do roteirista Celso Menezes, autor de um dos trabalhos. *** Nota: agradeço à jornalista Sandra Monte, do blog "Papo de Budega", pela dica desta informação.
Escrito por PAULO RAMOS às 18h43
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08.06.09
Sam Hart finaliza adaptação inglesa de Robin Hood 
Álbum começa a ser vendido neste mês na Inglaterra; desenhista prepara para 2010 versão de Rei Artur O nome estrangeiro não é uma estratégia para se adequar ao mercado de fora, como fazem alguns desenhistas brasileiros. Sam Hart vem de berço. Da Inglaterra, onde nasceu.
Filho de inglês com brasileira, ele veio ao Brasil quando tinha 10 anos. Ironia ou não, ele se destaca agora justamente na Inglaterra. É dele a arte de uma adaptação de Robin Hood. O álbum "Outlaw - The Legend of Robin Hood" começa a ser vendido neste mês no país europeu. A obra, escrita por Tony Lee, demorou um ano e meio para ficar pronta. Hart e Lee já haviam atuado juntos em outros dois trabalhos. E foi desse contato prévio que surgiu o projeto de recriarem a lenda do ladrão que rouba dos ricos para dar aos pobres. *** Segundo o desenhista, a história seria para uma revista mensal. A publicação foi cancelada. Por pouco, também o projeto. Hart decidiu mostrar a Lee como tinha imaginado Robin Hood. "Ele gostou tanto da ilustração que de imediato falou com três editoras onde tinha contato. E a que fez a melhor proposta foi onde fechamos contrato", diz Hart, por e-mail. A editora é inglesa Walker Books, que lança agora o álbum, de 142 páginas. Hart espera sentir o lançamento para, só depois, ver se vale lançar a obra no Brasil, tão ávido por adaptações. Os direitos, diz, pertencem aos dois autores, e não à editora. *** O desenhista de 35 anos diz que o Tony Lee não se inspirou em uma versão específica de Robin Hood. Pesquisou diferentes olhares sobre a lenda. O mesmo ocorreu com a arte. "Procurei não ignorar nenhuma versão clássica", diz. "Assisti ao desenhos da Disney de novo, a versão com Sean Connery fazendo Robin velho, as do Errol Flynn e Kevin Costner." "Teve um seriado na TV inglesa nos anos 1980 e assisti a alguns capítulos. Só não vi o seriado recente da BBC, por medo de ficar parecido." O resultado já colhe pelo menos um fruto: o interesse da Walker Books. A editora já pautou a dupla para uma versão de Rei Artur, prevista para 2010. *** Apesar de ter trabalho no mercado inglês, o vínculo com o país hoje é limitado aos parentes que ficaram por lá. Ele diz que ter nascido lá foi "acidente". "Tenho família lá e gosto de visitar, mas prefiro morar no Brasil. Sol, praia, amizades. Para mim, essas coisas compensam mais do que segurança financeira ou tecnologia de última geração." Por aqui, ele faz ilustrações para a "Folha de S.Paulo" e para revistas da Editora Abril. Também da aulas de desenho em uma academia de São Paulo e em um projeto da prefeitura paulistana. Ele conta que decidiu que trabalharia com quadrinhos aos seis anos. Oito anos depois, estreava na revista infantil "Cuca", na seção de passatempos. *** Hart formou-se em arquitetura pela Universidade de São Paulo. Produziu quadrinhos nessa época. Entre 1995 e 97, atuou como assistente do desenhista John Higgins na Inglaterra. Nos últimos anos, ele tem alternado trabalhos com autores independentes paulistas do grupo Quarto Mundo. Ele integrou o lançamento do movimento há dois anos. O trabalho independente de mais destaque dele talvez seja "Shem Ha-Mephorash", feito em parceira com a escritora Marcela Godoy. Com o que produz por aqui e no país de origem, tem conseguido se manter com arte. "Entre os três trabalhos, quadrinhos, ilustrações e aulas, dá para pagar as contas."
Escrito por PAULO RAMOS às 23h04
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05.06.09
Livro mostra trajetória de Fantasma dentro e fora dos quadrinhos 
Obra escrita por Marco Aurélio Lucchetti começa a ser vendida em São Paulo neste sábado Quando a Opera Graphica anunciou no fim do ano passado que iria encerrar as atividades, a editora informou que publicaria ainda duas obras ligadas a quadrinhos. Uma foi lançada em dezembro, um volume de Príncipe Valente. A outra começa a ser vendida neste sábado. É um álbum de luxo, que relata a trajetória do herói Fantasma. A publicação de "Fantasma - A Biografia Oficial do Primeiro Herói Fantasiado dos Quadrinhos" vem sendo adiada desde 2006, quando o herói completou 70 anos de criação. Para quem é fã do personagem, talvez essa espera tenha valido a pena, como se diz no ditado. A obra esmiúça a evolução do herói, dentro e fora do universo do quadrinhos. *** O livro, de capa dura e formato grande (26,5 cm X 36 cm), foi escrito por Marco Aurélio Lucchetti, autor de outras obras sobre quadrinhos e fã do herói, criado por Lee Falk e Ray Moore. A obra, organizada por Franco de Rosa, um dos diretores da Opera Graphica, foi dividida em 17 capítulos. Começa com a criação dele, no começo de 1936, nos Estados Unidos. Depois, explora as principais histórias, os coadjuvantes, a relação e o casamento com Diana, biografias dos autores, migração para outras mídias, citações em outros quadrinhos. A trajetória do personagem no Brasil também é explorada. Há entrevistas com Gutemberg Monteiro e Walmir Amaral, que produziram capas da revista do herói para a RGE. *** A duradoura presença de Fantasma no Brasil é um dos pontos que mais chama a atenção do livro. Há uma detalhada cronologia da publicação do personagem. Da estreia em um encarte de "Correio Universal", em março de 1936, à última aparição em bancas, em revista da Mythos, há dois anos. Há mais: 13 páginas coloridas trazem 818 capas de revistas, livros e suplementos onde o espírito-que-anda - como também é conhecido - foi publicado. Há raridades, como imagens do "Correio Universal" e do "Globo Juvenil", época em que o personagem tinha sido batizado de "O Fantasma Voador". É feito por fãs e para fãs. *** Lançamento de "Fantasma - A Biografia Oficial do Primeiro Herói Fantasiado dos Quadrinhos". Quando: sábado (06.06). Horário: 15h. Onde: Comix. Endereço: alameda Jaú, 1998, Cerqueira César, São Paulo. Quanto: R$ 109.
Escrito por PAULO RAMOS às 23h57
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03.06.09
Claudio: do menino desenhista ao chargista profissional 
O jornalista e desenhista Claudio Oliveira trocou o frio paulistano desta semana por uma temperatura mais amena. Ele passa o restante da semana no Acre. A troca de ares - e de temperaturas - é por motivos profissionais. O chargista da capa do jornal "Agora", de São Paulo, participa da 1ª Bienal do Livro e da Leitura do Acre. Claudio integra uma mesa nesta quinta-feira, das 9h às 11h da manhã. Aproveita para relançar seu livro de charges, "Pizzaria Brasil", lançado em 2007 pela Devir. Na sexta e no sábado, faz duas oficinas de quadrinhos, uma matutina, outra vespertina. *** Claudio colhe os louros de uma carreira iniciada bem cedo, aos 12 anos. Ele tem trajetória semelhante à de João Montanaro, também de 12 anos, noticiado no blog em abril. João faz tiras de adultos em seu blog. Claudio não tinha as facilidades da internet. Os jornais na metade da década de 1970 eram a grande janela. E foi num deles que estreou. Ele conseguiu emplacar a primeira história no "Diário de Natal", em 1975. Uma façanha, ainda mais para quem tinha apenas 12 primaveras nas costas. Seu "Juca, o Vaga-Lume" rendeu até matéria no suplemento "O Poti", em junho daquele ano, (início da postagem). Ele vê vantagens no início precoce. "Ao entrar em contato com profissionais, tem a possibilidade de amadurecer o trabalho mais cedo", diz o chargista, por e-mail. 
O amadurecimento dele se deu na redação do jornal. Conheceu autores como Emanoel Amaral, seu primeiro "professor" e um dos fundadores do Grupeq. O Grupo de Pesquisas em Histórias em Quadrinhos - sigla do Grupeq - publicou em 1976 uma revista independente chamada "Maturi", recentemente relançada por lá. Claudio conseguiu outro feito precoce, o de publicar numa publicação em quadrinhos. "Aprendi muito, saí dos desenhos ingênuos, influenciados por Carl Barks, da Disney, e fui direto para a influência da contracultura de um Robert Crumb." *** O ano de 1976 foi marcante na formação dele por outros motivo. Foi quando indicaram a ele a leitura do jornal "Pasquim". O primeiro contado se deu quando conheceu Henfil. Henfil passou a morar naquela época em Natal, onde Claudio morava. Foram apresentados. Claudio encontrou nele um segundo professor. Vale ler na íntegra o relato dele. "[Henfil] gostou do meu trabalho, convidou-me para desenhar para o ´Pasquim´ e preencehu de próprio punho a minha fica de colaborador. Toda quarta-feira ia a casa de Henfil para enviar meus desenhos junto aos dele pelo malote aéreo. E passava um bom pedaço da tarde com ele a me dar dicas. Não só em relação à técnica do desenho, mas especialmente ao conceito de que a charge e os quadrinhos eram armas poderosas de crítica política e social." "Henfil influenciou muito não só no traço quanto na minha politicação. Não era raro sair de lá com exemplares de jornais políticos da imprensa alternativa debaixo do braço, como "Opinião" e "Movimento", do qual ele era colaborador." 
A influência de Henfil se deu também no traço. Não demorou para os desenhos de Claudio se parecessem com os do professor. Foi a tônica de suas histórias no anos seguintes, como "Bundão e Sua Turma", em que assinava como Cacau. No início da década de 1980, foi alertado de que seu estilo era "chupado" do de Henfil. Decidiu buscar outros caminhos. Encontrou influência nos desenhistas Nássara e J. Carlos. O que o chamava a atenção era a possibilidade de usar poucos traços para definir o personagem. Era visível a presença do estilo de J. Carlos nessa fase. O desenho pessoal que marca as charges diárias do "Agora" veio quando retornou da República Tcheca. Viajou ao país para estudar desenho. Chegou a publicar por lá. *** A passagem no exterior serviu para amadurecimento teórico e do traço. Lido em sequência, o livro "Pizzaria Brasil" evidencia isso. A obra faz uma coletânea de suas charges ao longo do tempo. O curso que ministra nesta semana exigiu dele retomar toda essa trajetória, lida nesta postagem. E pesquisar sobre novos temas, como os mangás, os quadrinhos japoneses. "Pretendo concentrar a oficina na parte técnica dos quadrinhos, como uma linguagem para contar história e transmitir ideias e valores", diz. 
Serviço 1 - Palestra de Claudio Oliveira na 1ª Bienal do Livro e da Leitura no Acre. Quando: quinta-feira (04.06). Horário: das 9h às 11h. Onde: sala de cinema do Sesc de Rio Branco. Serviço 2 - Oficina de quadrinhos com Claudio Oliveira. Quando: sexta-feira e sábado (05 e 06.06). Horário: das 9h às 11h e das 15h às 17h. Onde: auditório da Prefeitura de Rio Branco, no Acre.
Escrito por PAULO RAMOS às 20h27
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01.06.09
FIQ confirma mais estrangeiros e começa contatar brasileiros 
Desenho do brasileiro Ivan Reis, um dos autores que vão participar da 6ª edição do festival de quadrinhos Os organizadores do 6º FIQ - Festival Internacional de Quadrinhos - confirmaram a presença de mais seis estrangeiros no evento, que será realizado em outubro em Belo Horizonte. Autores brasileiros também começaram a ser contatados. Ivan Reis está confirmado. O desenhista atua nas revistas da norte-americana DC Comics. Segundo os responsáveis pelo festival, Rafael Grampá, Fábio Moon, Gabriel Bá e Mike Deodato também serão convidados. Outros autores nacionais devem ser contatados. Joe Bennett terá uma exposição no encontro de quadrinhos. O nome dele tinha sido um dos primeiros a serem divulgados pela coordenação do evento. *** A maioria dos seis estrangeiros - que se somarão aos outros já confirmados - é desconhecida do leitor brasileiro. Três deles foram divulgados no blog oficial do festival. São o estadunidense Ivan Brandon, o alemão Reinhard Kleist e a espanhola Teresa Valero. A coordenação do FIQ confirmou hoje ao blog três outros nomes: o desenhista chinês Benjamin, o editor de quadrinhos chineses na França, Patrick Abry, e Eddie Berganza. Berganza é um dos editores das revistas de super-heróis da DC Comics. Ele esteve na última edição do festival, em 2007. Não foi confirmado se virá por conta própria ou não. *** O caso de Berganza ilustra um comportamento de bastidores inédito nas edições anteriores do FIQ. Pessoas ligadas à DC e à Marvel estão se convidando para o evento. "O que é curioso, porque o FIQ nunca teve o foco no mercado norte-americano", diz por telefone Roberto Ribeiro, editor da Casa 21 e um dos responsáveis pelo festival. O encontro sempre priorizou autores europeus. Até agora, eles são a maioria entre os outros estrangeiros confirmados e já noticiados pelo blog em fevereiro e abril. Da Itália, virá Liberatore. Da Espanha, Juan Díaz Canales. Dos Estados Unidos, Ben Templesmith. Do Canadá, Guy Delisle. Da Alemanha, Jens Harder. *** Da França, estão confirmados os nomes de Marc-Antoine Mathieu, Nicolas de Crecy, Christophe Blain, Cizo e Felder. Moebius foi convidado, mas ainda não garantiu presença. A maioria de nomes franceses é explicada pelo fato de o festival integrar a programação do ano da França no Brasil, intercâmbio cultural entre dos dois países. Mas o homenageado será brasileiro. É o desenhista Renato Canini, conhecido por dar uma cara nacional às histórias de Zé Carioca na década de 1970. Hoje, faz charges no sul. O FIQ vai ser realizado na semana de 6 a 11 de outubro, em Belo Horizonte.
Escrito por PAULO RAMOS às 16h27
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31.05.09
Mauricio quer emplacar Pelezinho como mascote da Copa de 2014 
O desenhista e empresário Mauricio de Sousa quer que seu personagem Pelezinho seja o mascote da Copa de 2014. O mundial de futebol será realizado no Brasil. A assessoria de Mauricio divulgou na noite deste domingo um desenho em que Pelezinho aparece abaixo dos nomes das 12 cidades que sediarão os jogos. A imagem faz parte da estratégia de emplacar o personagem e foi passada à imprensa horas depois de a Fifa oficializar os municípios brasileiros selecionados. O anúncio ocorreu em Nassau, nas Bahamas. Participam Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio, Salvador e São Paulo. *** Segundo a assessoria de Mauricio de Sousa, por enquanto há apenas a intenção. E movimentos de bastidor. Pelé já teria confirmado interesse no uso do personagem na Copa. O criador da Turma da Mônica também teria conversado com a CBF para agendar uma reunião. A pauta seria a proposta de Pelezinho ser o mascote do mundial. De concreto, há apenas a informação de que Mauricio e Pelé acertaram a volta das histórias em quadrinhos do personagem. O retorno deve ocorrer até 2010. Pelezinho foi publicado por Mauricio na Editora Abril entre 1977 e 1982. Segundo a assessoria do empresário, a revista mensal foi cancelada por questões contratuais.
Escrito por PAULO RAMOS às 21h45
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Editora NewPOP prepara mangá nacional 
Lançamento de "Hansel & Gretel" está programado para outubro e terá três volumes A NewPOP prepara um mangá nacional, em três volumes. É o primeiro título da editora produzido no país. O lançamento está programado para outubro.
"Hansel & Gretel" narra a história de dois irmãos univitelinos e albinos, de 13 anos. Pelo resumo informado pela editora, a trama se assemelha ao conto infantil de João e Maria. A síntese revela que vai haver também outras referências a obras infantis. O texto é assinado por Douglas MCT e os desenhos serão de Ulisses Perez. A New POP tem se especializado em mangás. Para julho, anuncia os lançamentos de "Speed Racer" e uma continuação de "Grimms Mangá", com contos dos Irmãos Grimm. A editora diz que tem outros projetos nacionais. A HQM também havia anunciado que preparava para este ano mangás produzidos por autores brasileiros.
Escrito por PAULO RAMOS às 15h34
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28.05.09
Adaptação de O Guarani marca volta de Luiz Gê aos quadrinhos 
Desenhista não produzia quadrinhos há quase 20 anos; obra tem lançamento nesta sexta-feira à noite em São Paulo Demorou. Mas o adiado retorno de Luiz Gê aos quadrinhos finalmente saiu da intenção e se concretizou no álbum "O Guarani", adaptação do romance de José de Alencar (1829-1877). A obra (Ática, 96 págs., R$ 22,90) tem arte de Gê, que divide o roteiro com Ivan Jaf. O desenhista não produzia quadrinhos desde o início da década de 1990. Gê foi um dos principais nomes do quadrinho nacional entre os anos 1970 e 80. Foi um dos criadores da revista independente "Balão", que revelou gente como Laerte. Em 1986, ele foi editor de arte da revista "Circo", que trazia trabalhos de diferentes autores. Entre 1988 e 1990, fez mestrado na Royal College of Arts, na Inglaterra. *** A volta ao Brasil trouxe na bagagem um turbilhão de ideias. Todas foram reembaladas com o plano econômico do ex-presidente Fernando Collor, que confiscou as poupanças. Um dos últimos trabalhos dele foi uma história em quadrinhos sobre a Avenida Paulista, publicada na revista da empresa de pneus Good Year. Ele tem planos de reeditá-la. Desde então, tem se dedicado à carreira acadêmica. Fez doutorado e, hoje, dá aulas na Universidade Mackenzie, em São Paulo. Em 2007, ele já dizia ter planos de retornar aos quadrinhos, com outros projetos. Os planos foram adiados, pelo menos por ora. A volta, não. *** Os planos de Luiz Gê de voltar a fazer quadrinhos foram noticiados pelo blog em abril de 2007. A matéria sobre ser (re)lida neste link. *** Serviço - Lançamento de "O Guarani", adaptado por Luiz Gê e Ivan Jaf. Quando: sexta-feira (29.05). Horário: a partir das 19h30. Onde: HQMix Livraria. Endereço: Praça Roosevelt, 142, centro de São Paulo. Quanto: preço sugerido é de R$ 22,90.
Escrito por PAULO RAMOS às 23h04
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27.05.09
Luluzinha teen será mangá feito por autores nacionais 
As histórias com a versão adolescente de Luluzinha serão publicadas num mangá, produzido por autores brasileiros. A revista começa a ser vendida no começo de junho. A obra será lançada pela Ediouro. Um site já foi colocado no ar. É de lá a imagem que abre esta postagem. Um texto cria expectativa de como a personagem vai ficar. A editora mantém sigilo sobre o projeto, que deveria ser noticiado primeiro pela mídia impressa ainda nesta semana. Por isso, não confirma a notícia, nem libera imagens. A informação foi checada pelo blog com duas fontes diferentes. Uma delas teve acesso ao conteúdo do primeiro número. Será parecido com a versão jovem da Turma da Mônica. *** Segundo essa mesma fonte, Luluzinha terá em torno de 15 anos. Ficará esbelta e manterá parte dos cachinhos, uma das marcas da personagem norte-americana. Bolinha ficará magro. As histórias serão contadas em capítulos, tal qual ocorre nos mangás. A cantora Pitty faz uma participação especial na edição de estreia. A revista - de acordo com uma das fontes ouvidas pelo blog - será publicada pela Pixel, um dos selos da Ediouro. A Pixel tinha como carro-chefe as revistas da linha adulta da norte-americana DC Comics. A editora carioca rompeu o contrato neste ano e não lança nada desde janeiro. *** A primeira informação sobre o projeto veio a público em uma nota curta, de fim de página, na edição desta semana da revista "Época". A publicação apenas registrava que Luluzinha iria crescer e que as histórias seriam lançadas pela Ediouro em uma revista chamada "Luluzinha Teen e Sua Turma". A ideia se assemelha a outro projeto, "Turma da Mônica Jovem", feito pelos Estúdios Mauricio de Sousa, também nos moldes do mangá, o quadrinho japonês. Desde que foi lançada, a revista com a versão adolescente de Mônica, Cebolinha e companhia tem tido boa repercussão, tanto na mídia como de vendas. *** Luluzinha estreou no Brasil em revista própria, publicada pela editora de O Cruzeiro no fim da década de 1950. Mas muitos leitores ainda a veem como personagem da Abril. A editora paulista publicou por anos a revista da personagem de vestido vermelho. O título foi cancelado na primeira metade da década de 1990. Em 2006, a Devir "ressuscitou" a personagem. A editora republicou as primeiras histórias dela feitas por John Stanley a partir de 1945, dez anos depois da criação dela. A Devir lançou desde então seis álbuns e programa mais dois para este ano. Segundo a editora, os direitos de publicação estão mantidos, mesmo com a entrada da Ediouro.
Escrito por PAULO RAMOS às 16h58
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25.05.09
Brasileiros participam de festival independente argentino 
Capa de "Picabu", revista produzida por desenhistas gaúchos que será lançada no evento Buenos Aires terá de dividir o título de capital com mais países. Inclusive o Brasil. Pelo menos até o domingo. Nesse período, a cidade argentina sedia o Viñetas Sueltas.
O evento é um festival internacional de quadrinhos independentes. Está na segunda edição. A abertura foi nesta segunda-feira. Um grupo brasileiros já está em solo argentino para participar do festival. Um deles é Fabio Zimbres, que tem um histórico de parceria com desenhistas portenhos. Outros dois são os paulistas André Kitagawa - do álbum "Chapa Quente" - e Jozz - autor de "Circo de Lucca" e integrante do movimento independente Quarto Mundo. *** Quem mais se preparou para o festival talvez sejam os gaúchos Leandro Adriano, Carlos Ferreira, Fabiano Gummo, Moacir Martins, Nik Neves, Rodrigo Rosa e Rafael Sica. Os sete prepararam uma revista, a "Picabu", que será lançada no festival portenho. A obra traz 11 histórias curtas feitas pelo grupo. No Brasil, será vendida após o evento. Este quarto número da "Picabu" foi produzido 17 anos depois da edição anterior. A revista foi criada para que eles pudessem publicar seus quadrinhos. Inicialmente, a "Peek-a-Boo", como era chamada, contava apenas com Adriano, Ferreira, Nik Neves e Rosa. Os demais foram agregados para este novo número. *** O eco do trabalho virtual na Argentina é bem maior do que o visto aqui no Brasil. O Viñetas Sueltas ganhou uma página no caderno de cultura do jornal "La Nacion", um dos principais de Buenos Aires. O evento tem também vários patrocinadores. O festival é realizado em três locais diferentes da capital argentina. O evento conta com programações diárias de palestras e encontros. Vai até o próximo domingo. Os organizadores mantêm um blog com informações sobre o festival. Pode ser lido aqui. *** Post postagem (26.05, às 10h10): o leitor Andrés Valenzuela - a quem agradeço - me corrige uma informação. O site indicado acima não é feito pelos organizadores do festival. O site "Cuadritos" cobre o evento. A confusão é porque a página oficial do Viñetas Sueltas - link - sugere acesso ao "Cuadritos", sem especificar que não está ligado ao festival.
Escrito por PAULO RAMOS às 20h12
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Exposição no interior paulista dá espaço a fanzines Registro rápido. Uma biblioteca em Itu, no interior de São Paulo, promove uma exposição de fanzines até o fim de junho. O objetivo é divulgar e fortalecer esse formato. A abertura da 1ª Expozine foi no sábado passado. Houve a participação de antigos fanzineiros e uma oficina com eles. O quadrinista Moacir Torres foi homenageado. Os fanzines - junção de "fan" e "magazine" - são revistas produzidas de forma artesanal. Muitas traziam quadrinhos e foram os primeiros trabalhos de autores hoje conhecidos. A mostra fica na Biblioteca Comunitária Prof. Waldir de Souza Lima (rua Floriano Peixoto, 238, no centro da cidade). Pode ser visitada à noite, às terças, quartas e quintas. Escolas precisam agendar visita. Informações no e-mail bibliotecacomunitariaitu@gmail.com
Escrito por PAULO RAMOS às 19h27
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21.05.09
Exposição reúne caricaturas de Baptistão sobre MPB 
Mostra tem abertura no próximo sábado à noite, em São Paulo, e traz desenhos de figuras da MPB, como o do cantor e compositor Tom Jobim (ao lado) O ilustrador Baptistão reuniu caricaturas que fez de figuras da música popular brasileira e criou uma exposição sobre o tema. A abertura é no próximo sábado, às 20h, em São Paulo.
Uma primeira reunião de desenhos de cantores já havia sido apresentada por ele há dois anos no Festival Internacional de Humor e Quadrinhos, em Recife. O acervo foi ampliado para esta nova exposição. "Baptistão e a MPB" é a primeira mostra individual da carreira dele. Há também outro fato que singulariza a experiência para o ilustrador: será apresentada no Vila Maria Zélia, lugar onde mora na capital paulista. *** Baptistão trabalha há 18 anos como ilustrador do jornal "O Estado de S. Paulo". Ele colabora também para outras publicações, como a revista "Carta Capital". O desenhista já soma uma coleção de títulos, conquistados dentro e fora do país. O último foi o terceiro lugar na categoria caricatura do "World Press Cartoon". O ilustrador esteve em Portugal, em abril, para receber o troféu. É a segunda vez que ele é premiado no salão de humor, um dos mais representativos do mundo. No Brasil, ele sido sucessivamente escolhido como melhor caricaturista no Troféu HQMix, principal premiação de quadrinhos do país. *** Serviço - Abertura da exposição "Baptistão e a MPB". Quando: sábado (23.05). Horário: 20h. Onde: Boticário da Vila Maria Zélia. Endereço: rua dos Prazeres, 362, Belenzinho, São Paulo. Quanto: de graça. Após a abertura, a exposição pode ser visitada aos sábados e domingos, das 18h às 22h. Vai até 26 de julho.
Escrito por PAULO RAMOS às 23h12
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Editor da Fierro quer lançar versão brasileira da revista 
Ideia inicial é que publicação mescle trabalhos de argentinos com os de autores nacionais Os responsáveis pela argentina "Fierro" querem lançar uma versão brasileira da revista. O projeto foi confirmado ao blog por Lautaro Ortiz, chefe de redação da publicação. "Nosso desejo é poder formalizar com algum editor ou jornal diário a possibilidade de editar a ´Fierro´ no Brasil", diz. "O mesmo está ocorrendo no Chile e no Peru." Segundo ele, já houve um contato com uma editora. Outra demonstrou interesse nesta semana. Mas não há nada acertado. Uma das ideias é mesclar autores daqui com os de lá. Ortiz diz que a revista alcança uma venda de 15 mil exemplares por mês. "O que não é pouco na Argentina, te diria um êxito impensado." *** A "Fierro" reúne trabalhos em quadrinhos de diferentes autores argentinos. A revista havia sido publicada pela primeira vez na década de 1980, após o fim do período militar de lá. O título deixou de ser publicado no número cem. A "Fierro" voltou a ser produzida em novembro de 2006. O brasileiro Adão Iturrusgarai se tornou um dos colaboradores. A obra é vendida junto com o jornal portenho "Página/12". Sai uma edição por mês. Depois, é comercializada de forma avulsa em quioscos, nome das bancas de jornal argentinas. O blog comentou sobre a "Fierro" na série de reportagens sobre os quadrinhos argentinos. A postagem sobre a revista foi veiculada em 3 de março. Pode ser (re)lida neste link.
Escrito por PAULO RAMOS às 11h28
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20.05.09
Referência a PCC também levou a reconhimento de Dez na Área 
Duas imagens do álbum fazem menção à facção criminosa Primeiro Comando da Capital Não foram só o conteúdo sexista ou os palavrões em parte das histórias de "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol" que motivaram o reconhimento da obra.
Menções à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) foram outro ponto que levou à retirada do álbum, que seria distribuído a alunos do terceiro ano do fundamental. A informação é mencionada no último parágrafo de reportagem sobre o assunto, na edição desta quarta-feira da "Folha de S.Paulo". A fonte foi a Secretaria da Educação. Foi o jornal que tornou público o caso, em matéria publicada ontem. O governo de São Paulo comprou 1.216 exemplares da obra para levar às escolas. O governador José Serra reconheceu que houve falha na seleção e disse que os responsáveis serão punidos. Serra também classificou o álbum como de "muito mau gosto". 
As referências ao PCC - que atua nos presídios paulistas - aparecem em dois quadrinhos na história que abre o álbum, do desenhista mineiro Lélis. "Eu coloquei na obra de forma mais irônica", disse Lélis ao blog, por telefone, agora há pouco. "Quando eu fiz o livro, era destinado a outro público, de mais idade." "Quem comprou não avaliou isso. O problema todo foi a falha de seleção em si." Segundo ele, a menção ao PCC pode ser omitida, mas não esconde que a organização existe. "Se não há liberdade, não há liberdade para colocar nenhuma outra coisa." *** A história do álbum mostra o furor que o futebol causa dentro de um fictício presídio. O futebol é o tema das 11 crônicas do álbum da editora Via Lettera. Lélis tem trabalhos em quadrinhos publicados por diferentes editoras. Lançou também, de forma independente, o álbum "Saino a Percurá", com contos rurais em forma de quadrinhos. O último trabalho dele foi lançado neste mês na França. Ele fez os desenhos do álbum "Last Bullets", situada durante a Guerra de Secessão norte-americana. *** Leia mais sobre o caso Dez na Área nas postagens abaixo. E acompanhe também no Twitter: www.twitter.com/blogpauloramos
Escrito por PAULO RAMOS às 10h24
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19.05.09
ACB emite nota de repúdio a "crucificação" de Dez na Área A Associação dos Cartunistas do Brasil (ACB) emitiu nesta terça-feira uma nota de repúdio à forma como o álbum em quadrinhos "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol", da editora Via Lettera, foi noticiado pela imprensa. No texto, a ACB diz que houve uma "crucificação de um trabalho sério de artistas e da editora, muito bem conceituados". A referência é à compra do álbum pelo governo de São Paulo para ser distribuído ao terceiro ano do ensino fundamental. Parte da obra traz palavrões e conteúdo sexual. Publicado em 2002, o álbum não foi idealizado para ser usado para o ensino de estudantes de nove anos em média. O governo reconheceu falha no processo de seleção. Leia a íntegra da nota, assinada pelo presidente da entidade, José Alberto Lovetro, o JAL: *** Hoje, dia 19 de maio, na mídia, houve a repercussão de uma matéria sobre o mau uso do livro de quadrinhos acima citado onde vários autores importantes da área desenharam sobre o tema futebol.
O livro, premiado e trazendo desenhistas também premiados, inclusive fora do Brasil, foi mostrado como material de linguagem chula e arte sexista imprópria para distribuição para crianças da rede pública de ensino como material paradidático.
A Associação dos Cartunistas do Brasil, que vem participando por anos da luta pelo reconhecimento do autor brasileiro na área dos quadrinhos e humor gráfico, não pode deixar de dizer que as informações colocadas, dessa forma na mídia, podem depor contra um trabalho sério nas escolas de utilização de publicações de quadrinhos como ferramenta de incentivo à leitura e cultura nacional.
Fica evidente que houve um descuido de quem escolheu esse título para distribuição para o ensino básico, mas não se pode dizer que os artistas estão deturpando algo como fica a impressão das matérias.
Uma criança de 9 anos assiste ao futebol com o pai, que não deve economizar em seu linguajar diante da emoção que o esporte exerce sobre seus torcedores. As transmissões de futebol não conseguem evitar o som dos palavrões cantarolados pelas torcidas.
Portanto não é criação dos desenhistas a linguagem chula, mas simplesmente estão colocando o que todos vêem num jogo de futebol pelas transmissões livres de censura.
Ao mesmo tempo, a forma como são colocadas as mulheres no futebol com as “Maria Chuteira” ou “travestis” que se relacionam com jogadores, nas reportagens, que não são também censuradas, só podem ter um reflexo nas histórias dos autores do livro.
O que vemos é uma crucificação de um trabalho sério de artistas e da editora, muito bem conceituados e que podem ser sim distribuídos em universidades para o estudo do mundo do futebol e sua influência na cultura popular.
A utilização dos quadrinhos na sala de aula é confirmada por educadores como fonte importante para agregar valor de conteúdo educacional para o interesse da criança em várias matérias do currículo escolar.
Isso foi conquistado depois de muita luta contra o preconceito que antes havia e que caiu por terra ao vermos em cada lar uma criança de cinco anos já se interessar por leitura quando vê revistas infantis na sua frente.
Apenas houve um equívoco na escolha pela faixa etária a que se destinava os livros e não uma publicação censurável como pode ter passado para o grande público.
Pedimos aos meios de comunicação que, sempre que houver algo tão importante como esse tema, também coloquem a opinião de uma pessoa especializada na área, que tenha algum conhecimento da linguagem em discussão.
***
Leia mais sobre o assunto nas duas postagens abaixo.
Escrito por PAULO RAMOS às 23h10
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18.05.09
Música dos Titãs serve de base para história em quadrinhos 
Capa de "Grandes Mentes da Pré-História", que pode ser lida on-line A música "Homem Primata", da banda Titãs, pautou uma história em quadrinhos que pode ser lida on-line no site "Mojo Books". A proposta da página virtual é usar músicas como base para a produção de livros e quadrinhos virtuais. O acesso é gratuito, mas é necessário cadastro prévio. "Grandes Mentes da Pré-História", inspirada em letra dos Titãs, mostra um incompreendido homem das cavernas. Ele costuma descobrir inovações à frente de sua época. Faz desenhos que em muito superam os hieróglifos produzidos nas cavernas. Inventou a cerca e quase foi linchado. O homem criava. E também destruía. *** A história tem 15 páginas. Foi desenhada por Pablo Mayer e escrita por Ricardo Giassetti, também editor da linha virtual e um dos criadores do site. Coincidência ou não, ambos concorrem neste ano ao Troféu HQMix em diferentes categorias. Mayer como desenhista revelação. Giassetti, como roteirista revelação. O primeiro fez a arte do álbum "A Casa ao Lado", da editora HQM. O segundo, o texto de "O Catador de Batatas e o Filho da Costureira", mangá nacional da JBC. Esta é a sexta história em quadrinhos gestada pela Mojo Books. As anteriores podem ser acessadas neste link. E este leva para "Grandes Mentes da Pré-História".
Escrito por PAULO RAMOS às 22h38
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15.05.09
Animação de Los Três Amigos tem pré-estreia neste sábado 
Exibição do curta-metragem com os personagens de Angeli, Laerte e Glauco será em São Carlos, no interior de São Paulo Um curta-metragem deu movimento e voz aos personagens de Los Três Amigos, série em quadrinhos criada por Angeli, Laerte e Glauco. A primeira exibição será neste sábado à noite em São Carlos, no interior paulista. Após a projeção, vai haver um coquetel e um bate-papo com o autor do produção, Daniel Messias. O diretor de animação demorou oito meses para finalizar o projeto. Ele já havia feito antes desenhos animados curtos com tiras do trio de quadrinistas. *** Los Três Amigos estreou em dezembro de 1991 nas páginas do "Folhateen", suplemento jovem da "Folha de S.Paulo". As histórias eram inspiradas na comédia norte-americana "Three Amigos", de 1986. O trio de amigos, nos quadrinhos, eram os próprios autores. Mudavam apenas os nomes. Angeli era Angel Villa. Laerte, Laertón. Glauco, Glauquito. As histórias migraram, depois, para um especial da editora Circo. Em 1994, a Ensaio lançou uma coletânea das primeira tiras: "Los 3 Amigos - Sexo, Drogas y Guacamoles". No mesmo ano, o quadrinista Adão Iturrusgarai foi integrado à equipe e se tornou um "quarto elemento do trio". Algum tempo depois, as tiras deixaram de ser produzidas. *** O ingresso para assistir à exibição do curta-metragem é retirado com a doação de um quilo de alimento não-perecível (exceto sal). Há dois postos de troca, ambos em São Carlos. Um é o Estúdio Iéio, de Sérgio Luiz Roda, principal organizador da pré-estreia. O estúdio fica na rua Riachuelo, 394, no centro da cidade. O outro ponto de troca é no Spázio 203, local da exibição. Fica na rua Itália, 203. *** Serviço - Pré-estreia do curta-metragem "Los Três Amigos". Quando: sábado (16.05). Horário: 19h. Local: Spázio, 203. Endereço: rua Itália, 203, vila Prado, São Carlos.
Escrito por PAULO RAMOS às 11h36
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Editora Agir - enfim - lança O Pagador de Promessas, de Guazzelli 
A capa ao lado ainda está escondida no site da editora Agir, um dos selos do grupo Ediouro. Ela anuncia o lançamento de "O Pagador de Promessas", obra de Dias Gomes (1922-1999) adaptada para os quadrinhos por Eloar Guazzelli. O álbum (72 págs., R$ 44) foi entregue pelo autor à editora há mais de um ano. A Agir tem outras adaptações prontas. Uma delas é de "Os Sertões", de Euclides da Cunha (1866-1909), feita por Rodrigo Rosa e Carlos Ferreira. Apenas para registro: este ano terá uma overdose de adaptações literárias. O foco são as listas do governo, que compram obras do gênero para levar às escolas. Há novidades já na semana que vem.
Escrito por PAULO RAMOS às 00h40
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12.05.09
Folha de S.Paulo pretende publicar tiras de Liniers 
A "Folha de S.Paulo" quer publicar tiras da série "Macanudo", do argentino Liniers. O jornal confirmou o interesse e a negociação, em estágio avançado. Mas o contrato ainda não teria sido assinado. A informação foi passada hoje à tarde ao blog por Fábio Marra, responsável pelo departamento de arte do jornal. É a mesma área que cuida da publicação das tiras. Segundo Marra, se o negócio for concretizado, a tira será veiculada de segunda a sábado. Ele não soube dizer se alguma das séries atuais será excluída. A Folha é um dos jornais brasileiros que mais publicam tiras. São oito séries, duas delas estrangeiras ("Hagar, o Horrível" e "Garfield"). Aos domingos, veicula tiras de Gabriel Bá e Fábio Moon e de Allan Sieber. *** Merece registro que outras fontes já dão a transação como certa. Uma delas é o próprio Liniers. O desenhista veiculou em seu blog, nesta semana, que a série sairia na Folha. Outras duas fontes que veem o negócio concretizado são Sylvia Colombo e Cláudio Martini. Sylvia é jornalista da "Ilustrada", caderno de cultura da Folha onde são publicadas as tiras. Ela teria confirmado a transação a Érico Assis, do site "Omelete". Ele tornou pública a informação no site "Twitter". Martini conversou com o blog por telefone na manhã desta terça-feira. Ele também dá como certa a ida de "Macanudo" ao jornal. *** Foi a editora dele, a Zarabatana, que lançou a primeira coletânea da série no Brasil. O álbum saiu em outubro do ano passado. Martini confirma o lançamento da segunda coletânea para o semestre que vem. A estreia no país, no entanto, ocorreu no número 17 da revista independente "Graffiti 76% Quadrinhos", de Minas Gerais. A publicação começou a ser vendida em agosto de 2008. Antes disso, a popularidade de Liniers se deu por meio da internet. As inusitadas histórias criadas por ele ecoaram virtualmente por diferentes sites e blogs sobre quadrinhos. *** Na Argentina, a série é muito popular. A sexta coletânea de "Macanudo", lançada em dezembro passado, teve tiragem de 5 mil exemplares e quase esgotou em um mês. As tiras de Liniers são publicadas na última página do jornal "La Nacion", um dos mais importantes de Buenos Aires. Leia mais sobre a série "Macanudo" e seu criador, Liniers, aqui e aqui. *** Post postagem (12.05, às 20h36): o colega Eduardo Nasi me alerta por e-mail para um dado que desconhecia. A estreia de Liniers no Brasil ocorreu na revista bilíngue "Olho Mágico/Ojo Mágico", e não na "Graffiti 76% Quadrinhos". Fica registrada a correção.
Escrito por PAULO RAMOS às 19h40
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10.05.09
Brasileiros participam de exposição de humor na Espanha 
Três desenhistas brasileiros - Amorim, Érico Junqueira Ayres e Osvaldo Dacosta - participam da Mostra de Humor Gráfico, realizada em Valência, na Espanha. O tema deste terceira edição da mostra é "Evolucionismo ou Criacionismo?", que marca os 150 de publicação do livro "A Origem das Espécies", de Charles Darwin (1809-1882). Foi esse assunto que pautou a charge acima, feita pelo santista Dacosta. Além dele e dos outros dois brasileiros, a mostra conta com 220 desenhistas de 44 países. A exposição foi inaugurada no fim de abril e vai viajar por outras cidades espanholas.
Escrito por PAULO RAMOS às 15h59
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08.05.09
Álbuns vão reeditar histórias importantes de Demolidor 
De quando em quando, a relação de lançamentos que a Panini divulga todos os meses à imprensa especializada em quadrinhos traz alguma novidade. Ou novidades, como neste mês. A editora vai relançar dois momentos importantes do Demolidor: a minissérie "O Homem sem Medo" e as primeiras histórias de Kevin Smith. "Demolidor - O Homem sem Medo" (156 págs., preço não informado) foi escrita por Frank Miller, autor que recriou o personagem na virada da década de 1970 para a seguinte. A presença de Miller ajudou a salvar do cancelamento a revista "Daredevil" - nome norte-americano do herói da editora Marvel Comics. E impulsionou a carreira do artista. *** Os cinco capítulos da minissérie recontam a origem do personagem. Após um salvar um idoso, o jovem Matt Murdock foi submetido a um produto que tirou sua visão. O acidente teve outro efeito colateral: ampliou os demais sentidos dele. A hipersensibilidade permite que ele atue como o fantasiado Demolidor. A história foi lançada pela primeira vez no Brasil pela Editora Abril. Foram cinco números, publicados entre maio e julho de 1994. Dois anos depois, houve uma edição encadernada. Os desenhos são de John Romita Jr., artista bastante popular da Marvel, que já trabalhou nos principais títulos da editora estadunidense. *** "Demolidor - Diabo da Guarda" (212 págs., R$ 28,90) reúne histórias de outra parceria: o escritor Kevin Smith e o desenhista Joe Quesada, hoje o manda-chuva da Marvel. A série - também publicada no Brasil pela editora Abril - foi importante para a realidade do herói cego por dois motivos, um narrativo e outro editorial. O narrativo: marcou a morte de uma personagem de destaque na vida do chamado "homem sem medo". O editorial: as oito histórias reiniciaram a revista mensal do herói. O roteiro de Smith - que também mantém carreira de diretor e ator de cinema - conseguiu recuperar o prestígio dos textos de Frank Miller, escritos anos antes. *** As duas publicações ajudam a marcar os 45 anos de criação do Demolidor. No mês passado, a Panini lançou um álbum de luxo com as primeiras histórias do herói, publicadas na década de 1960 e escritas por Stan Lee. A obra integra a coleção "Biblioteca Histórica Marvel", que republica as aventuras iniciais dos personagens da editora. Leia resenha do álbum neste link.
Escrito por PAULO RAMOS às 18h19
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07.05.09
Leitor se torna co-autor de história em quadrinhos virtual 
Por enquanto, pouco se sabe. Ela se chama Camila e mora numa área nobre de São Paulo. Ele é Henrique. Vive na periferia. Ambos transitam pela cidade.
Os dois vão se encontrar? Não? Quem vai definir as falas e a continuidade da história em quadrinhos é o leitor. O que há de informação até o momento é o descrito acima. A história foi desenhada por Alexandre de Maio e entrou no ar nesta quinta-feira no site "Catraca Livre", mantido pela equipe do jornalista Gilberto Dimenstein. A proposta da página é mostrar o que há de mais acessível na área cultural da cidade. *** A história se chama "Como Seria uma Cidade sem Catraca?". Além do título, o que o leitor vai encontrar são as cinco primeiras páginas A única com texto é a primeira. As demais têm apenas os desenhos e espaços em branco numerados para terem as palavras inseridas. A tarefa da co-autoria é do internauta. Os leitores colocarão as ideias no próprio site. Segundo Alexandre de Maio, a escolha da melhor proposta será feita pela equipe do site. O nome do autor será inserido na história. A previsão dele é atualizar toda quinta-feira. *** "A gente vai dividir em capítulos. O primeiro é contado sobre o casal", disse De Maio por telefone, agora há pouco. Ele disse também que, quando houver um volume grande de páginas, o projeto deve ganhar uma versão impressa. O desenhista paulistano, de 30 anos, mexe com o traço desde a infância. O primeiro trabalho profissional foi em 1999: uma história publicada na revista "Rap Brasil". Nos últimos anos, ele tem trabalhado a linguagem dos quadrinhos em programas de liberdade assistida. *** De Maio é mais conhecido dos leitores de quadrinhos pelo álbum "Os Inimigos não Mandam Flores", produzido em parceria com o escritor Ferrez e publicado em 2006 pela Pixel. Ele tem uma outra história feita com Ferrez. Como o futuro da Pixel é incerto, o trabalho deve ser impresso e publicado por conta própria. "1.000 Fita", gíria que dá título ao álbum, já tem pelo menos 20 páginas prontas. Segundo o desenhista, falta pouco para ser finalizado. O tema - a exemplo do álbum anterior - vai abordar a realidade urbana. *** A história em quadrinhos interativa, disponível no "Catraca Livre", pode ser acessada aqui.
Escrito por PAULO RAMOS às 18h22
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06.05.09
Divulgados os indicados ao Troféu HQMix deste ano A comissão que organiza o Troféu HQMix divulgou nesta semana os indicados para a edição deste ano da premiação, a principal da área de quadrinhos no país. Foram selecionados sete nomes ou trabalhos para cada uma das categorias. A única exceção é publicação erótica, que teve cinco obras elencadas. Veja a lista completa: 1. Desenhista nacional - Fábio Lyra ("Menina Infinito" - Desiderata)
- Fábio Moon e Gabriel Bá ("Procurando São Paulo" - revista Época SP)
- José Aguiar ("Quadrinhofilia" - HQM)
- Jozz ("Circo de Lucca" - Devir)
- Laudo ("Revolução Russa" - Escala Educacional; "Depois da Meia-noite" - Independente
- Rafael Grampá ("Mesmo Delivery" - Desiderata)
- Samuel Casal ("Prontuário 666" - Conrad)
2. Desenhista estrangeiro - Darwyn Cooke ("Spirit" - Panini)
- Frank Quitely ("Grandes Astros Superman" - Panini)
- David B ("Epiléptico" – Conrad)
- Duncan Fegredo ("Hellboy" - Mythos)
- Liniers ("Macanudo" - Zarabatana)
- Enrico Marini ("Predadores" - Devir)
- Niko Henrichon ("Leões de Bagdá" - Panini)
3. Roteirista nacional - André Diniz ("Coleção História e Filosofia em Quadrinhos" - Escala Educacional)
- Adriana Brunstein e Samuel Casal ("Prontuário 666" - Conrad)
- Daniel Esteves ("Nanquim Descartável" - Independente; "Front" - Via Lettera)
- Cadu Simões ("Nova Hélade" - Independente Garagem Hermética - Independente)
- Fábio Lyra ("Menina Infinito" - Desiderata)
- Fábio Moon e Gabriel Bá ("Procurando São Paulo" - revista Época SP)
- José Aguiar ("Quadrinhofilia" - HQM)
4. Roteirista estrangeiro - Alan Moore ("Promethea" - Pixel)
- Ai Yazawa ("Nana" - JBC)
- Brian Wood ("DMZ" - Panini; "Local" - Devir)
- Charles Burns ("Black Hole" - Conrad)
- David B. ("Epiléptico" - Conrad)
- Geoff Johns ("Lanterna Verde"; "JSA" - Panini)
- Grant Morrison ("Grandes Astros Superman" - Panini)
5. Desenhista Revelação - Bruno D’Angelo ("O Catador de Batatas e o Filho da Costureira" - JBC)
- Danilo Beyruth ("O Necronauta" - Independente)
- Marlon Tenório ("Os 303 de Esparta" - Independente)
- Olavo Costa ("O Contínuo" - Independente)
- Hemeterio ("Chibata! João Cândido e a Revolta que Abalou o Brasil" - Conrad)
- Pablo Mayer ("A Casa ao Lado" - HQM)
- Tulio Caetano ("Dr. Bubbles & Tilt" - Zarabatana)
6. Roteirista Revelação - Alex Mir ("Tempestade Cerebral" - Independente)
- Dalton Correa Soares ("O Contínuo" - Independente)
- Leandro Assis e Hiroshi Maeda ("O Cabeleira" - Desiderata)
- Marlon Tenório ("Os 303 de Esparta" - Independente)
- Olinto Gadelha ("Chibata! João Cândido e a Revolta que Abalou o Brasil" - Conrad)
- Ricardo Giassetti ("O Catador de Batatas e o Filho da Costureira" - JBC)
- Rodrigo Alonso ("Eterno" - Independente)
7. Ilustrador Nacional - Adams Carvalho (Folha de São Paulo)
- Alarcão (livros infantis)
- Éber Evangelista (revista Aventuras na História)
- Fernando Vilela (livros infantis)
- Kako (revista "Aventuras na História")
- Odilon Moraes (livros infantis)
- Weberson Santiago ("Folha de São Paulo", revista "Getúlio")
8. Tira nacional - Amely (Pryscila Vieira - PubliMetro)
- Chiclete com Banana (Angeli – "Folha de São Paulo")
- Mulher de 30 (Cibele Santos - PubliMetro)
- Níquel Náusea (Fernando Gonsales – "Folha de São Paulo")
- Quase Nada (Fábio Moon & Gabriel Bá – "Folha de São Paulo")
- Piratas do Tietê (Laerte –"Folha de São Paulo")
- Preto no Branco (Allan Sieber – "Folha de São Paulo")
9. Web quadrinhos - Candyland - Capital - link
- Clube da Esquina - link
- Exploradores do Desconhecido - link
- O Homem Nu - link
- Meu Mundo Nosso - link
- Quadrinho Ordinário - link
- Rei Emir - link
10. Publicação infanto-juvenil - Almanaque da Mônica (Panini)
- Almanaque Maluquinho - O Japão dos brasileiros (Globo)
- Hunter X Hunter (JBC)
- Naruto (Panini)
- Os Pequenos Guardiões (Conrad)
- Turma da Mônica Jovem (Panini)
- Xaxado Ano 3 (Independente)
11. Publicação de clássico - Batman ilustrado por Neal Adams (Panini)
- Che (Conrad)
- Antologia Chiclete com Banana (Devir-Jacaranda)
- Corto Maltese – As Etiópicas (Pixel)
- Biblioteca Histórica Marvel - O Surfista Prateado vol. 1 (Panini)
- Tintim No País dos Sovietes (Cia. das Letras)
- Turma da Mônica Coleção Histórica (Panini)
12. Publicação de humor - Bone – Estúpidas, Estúpidas Caudas-de-Ratazanas (Via Lettera)
- Macanudo #1 (Zarabatana)
- Mad (Panini)
- Mundo Canibal (Mythos)
- Níquel Náusea - Em boca fechada não entra mosca (Devir)
- Piratas do Tietê # 3 (Devir)
- Vale Tudo (Ópera Graphica)
13. Publicação mix - Front #19 (Via Lettera)
- Front Especial - 100 Anos da Imigração Japonesa no Brasil (Via Lettera)
- Grande Clã (Independente)
- Graffiti #18 (Independente)
- Pixel Magazine (Pixel)
- Power Trio (Independente)
- Prática de Escrita (Terracota)
14. Publicação erótica - Cica Dum-Dum (Zarabatana)
- Clara da Noite (Zarabatana)
- Clic #3 (Conrad)
- Emmanuelle (Pixel)
- Love Junkies (JBC)
15. Publicação de aventura/terror/ficção - 100 Balas (Pixel)
- Delivery Service of Corpse (Conrad)
- O Garoto Verme (Zarabatana)
- Leões de Bagdá (Panini)
- Local (Devir)
- Mágico Vento (Mithos)
- Promethea (Pixel)
16. Edição especial nacional - Aú Capoeirista (Papel A2)
- O Cabeleira (Desiderata)
- Chibata! João Cândido e a Revolta que Abalou o Brasil (Conrad)
- Menina Infinito (Desiderata)
- Mesmo Delivery (Desiderata)
- Noite Luz (Via Lettera)
- Prontuário 666 (Conrad)
17. Edição especial estrangeira - Asterix e seus Amigos (Record)
- Batman – Preto e Branco (Panini)
- Escombros (Zarabatana)
- Frango com Ameixa (Cia. das Letras)
- Hard-Boiled - À Queima Roupa (Devir)
- Love & Rockets – Pés de Pato (Via Lettera)
- Revelações (Devir)
18. Publicação independente de autor - Gatipos
- Nanquim Descartável
- Necronauta
- Macaco Albino
- Menino Caranguejo
- Penitente
- Tempestade Cerebral
19. Publicação independente de grupo - Avenida
- Café Espacial
- Contínuo
- Garagem Hermética
- Quadrinhópole
- Samba
- Zine Royale
20. Publicação independente especial - Câncer
- Consequências
- Contos das Madrugada
- Depois da Meia-noite
- Eterno
- Muertos
- Subterrâneo Especial 4
21. Publicação de tiras - Candido Deodato (HGB Comunicações)
- Macanudo #1 (Zarabatana)
- Malvados (Desiderata)
- Níquel Náusea - Em boca fechada não entra mosca (Devir)
- Tiras Clássicas da Turma da Mônica (Panini)
- Tiras de Letra – Até Debaixo D’água (Virgo)
- Under World (Zarabatana)
22. Publicação de charges - 34º Salão Internacional de Humor de Piracicaba (Imprensa Oficial do Estado)
- 35º Salão Internacional de Humor de Piracicaba (Imprensa Oficial do Estado)
- No Bico sem Pena! Brás, 15 anos de Charges
- O Humor Pai D´Égua (Projeto Cultural Lei A. Tito Filho)
- O Livro dos Políticos (Heródoto Barbeiro & Bruna Cantele - Ediouro)
23. Publicação de cartuns - Duke - Desenhos de Humor (Independente)
- 1º Festival Internacional de Humor do Rio de Janeiro (catálogo oficial)
- Humor Politicamente Incorreto (Nani - L&PM)
- Ninguém é Perfeito (Jaguar - Desiderata)
- Millôr - Um Nome a Zelar (Millôr - Desiderata)
- Radicci - Tem Outro por Dentro (Iotti - L&PM)
- Tulípio #7 (Eduardo Rodrigues & Paulo Stocker - Independente)
24. Livro teórico - Batman e a Filosofia - O Cavaleiro das Trevas da Alma (Madras)
- Henfil - O Humor Subversivo (Expressão Popular)
- História em Quadrinhos - Impresso vs. Web (Unesp)
- Magia dos Quadrinhos (Edições Bagaço)
- Nossos Deuses são Super-Heróis (Cultrix)
- Para o Alto e Avante (Editora Asterisco)
- Traço a Traço Quadro a Quadro (Editora C/Arte)
25. Projeto Editorial - Calendário Pindura 2009 (Pégasus Alado)
- O Catador de Batatas e o Filho da Costureira (JBC)
- Dr. Bubbles & Tilt (Zarabatana)
- História do Brasil, História Mundial e Filosofia em Quadrinhos (Escala Educacional)
- Powertrio (Mondo Urbano)
- As Tiras Clássicas da Turma da Mônica (Panini)
- Turma da Mônica Jovem (Panini)
26. Adaptação para outro veículo - Aline (tevê)
- Batman – O Cavaleiro das Trevas (cinema)
- O Caderno da Morte - Death Note (teatro)
- A Noite dos Palhaços Mudos (teatro)
- Homem de Ferro (cinema)
- Persépolis (cinema)
- Hellboy II - O Exército Dourado (cinema)
27. Adaptação para os quadrinhos - Desista! (Conrad)
- Dom Quixote (Escala Educacional)
- História do Brasil em Quadrinhos (Europa)
- O Pequeno Príncipe (Agir)
- A Revolução Russa (Escala Educacional)
- Heróis da Restauração Pernambucana (Plublikimagem)
- Triste Fim de Policarpo Quaresma (Cia. Editora Nacional)
28. Mídia sobre quadrinhos - Banca de Quadrinhos (programa)
- Bigorna (Internet)
- Blog dos Quadrinhos (Internet)
- HQ Além dos Balões (programa)
- HQ&Cia (programa)
- Mundo dos Super-Heróis (revista)
- Universo HQ (Internet)
29. Editora do ano - Conrad
- Desiderata
- Devir
- JBC
- Panini
- Via Lettera
- Zarabatana
*** Nesta 21ª edição do prêmio, houve algumas mudanças. Uma é que o número de categorias foi reduzido. Para isso, algumas foram fundidas. É o caso de mídia de quadrinhos, que passa a selecionar sites, blogs, revistas, programas de TV e de outras formas de produção jornalística. Foi criada uma nova categoria, adaptação para os quadrinhos, para dar destaque ao volume de versões quadrinizadas de obras literárias e de fatos históricos. *** Outra mudança é com relação ao processo de escolha dos vencedores. Será feito de forma diferenciada, conforme a categoria. As categorias de melhor chargista, caricaturista, cartunista, articulista de quadrinhos, exposição, eventos de quadrinhos, salão e festival de quadrinhos ou humor gráfico serão definidas por uma comissão especial, a ser formada. A decisão é para tentar evitar os chamados votos "viciados". Permanecerá com a comissão organizadora, como nas edições passadas, a escolha de: trabalho de conclusão de curso, dissertação de mestrado, tese de doutorado, mestre do quadrinho nacional, homenagem especial e grande contribuição aos quadrinhos. *** Nas demais categorias, vale o mesmo sistema de votação usado nas últimas edições. A escolha é feita por meio de votação virtual, realizada por mais de dois mil especialistas e profissionais da área de quadrinhos previamente inscritos. O processo de votação terá início ainda neste mês, segundo a comissão. *** Os autores de trabalhos acadêmicos interessados em competir devem encaminhar as pesquisas até o dia 15 de junho. O mesmo vale para a categoria de articulista. Este deve inscrever o texto, em cinco cópias (no caso de mídia impressa, com o original mais quatro cópias). O material deve ser encaminhado à Livraria HQMix, que fica na Praça Roosevelt, 142, no centro de São Paulo (CEP 01303-020). *** A data da cerimônia de entrega dos prêmios é outra mudança. Será no dia 7 de agosto, uma sexta-feira. Normalmente, a entrega ocorria no meio da semana, em julho. O local, no entanto, permanece o mesmo: o Sesc Pompeia, em São Paulo.
Escrito por PAULO RAMOS às 23h54
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Álbum em homenagem a Claudio Seto tem lançamento em Curitiba 
O álbum "Flores Manchadas de Sangue", de Claudio Seto, será lançado nesta quinta-feira à noite em Curitiba. Não vai haver autógrafos. Apenas um coquetel e a venda da obra. O motivo é a ausência do autor. Seto morreu em novembro de 2008, antes de o trabalho ser impresso. Ele será representado por familiares e pelo editor, Toninho Mendes. Foi o desenhista que selecionou as cinco histórias da obra, produzida em parceria pelas editoras Jacaranda e Devir e vendida desde o mês passado. Ele fez também o prefácio de cada uma das narrativas de samurai, lançadas pela primeira vez no Brasil no início da década de 1970 pela extinta editora Edrel. *** Seto é tido como o primeiro autor brasileiro a produzir quadrinhos no estilo dos mangás, nome como são conhecidos os quadrinhos japoneses. Após a passagem pela Edrel, ele encabeçou outro projeto editoral na década de 1980, a Grafipar. Desde o encerramento da editora, não mexia mais com quadrinhos. O lançamento, que tem ares de homenagem póstuma, será na praça do Japão, lugar simbólico para o quadrinista, que viveu as últimas décadas em Curitiba. Foi na praça que ele promoveu festivais culturais japoneses. Foi lá também seu velório. *** Para registro: a Folha Online disponibilizou nesta quarta-feira para leitura on-line uma das histórias do álbum, "A Flor Maldita", de 1972. Pode ser lida neste link. E neste link a resenha da obra, noticiada pelo blog em 17 de abril. *** Serviço - Lançamento de "Flores Manchadas de Sangue", de Claudio Seto. Quando: quinta-feira (07.05). Horário: 20h. Onde: praça do Japão, em Curitiba. Endereço: avenida 7 de setembro, s/n. Quanto: R$ 28.
Escrito por PAULO RAMOS às 19h44
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05.05.09
Semana tem overdose de Wolverine no Brasil
Capa do especial "Eu, Wolverine", um dos cinco álbuns do herói que começam a ser vendidos nesta semana nas bancas A cena registrada por poucos veículos de imprensa na tarde desta terça-feira, em São Paulo, é apenas um aperitivo da extensão do alcance das garras de Wolverine. O ator australiano Hugh Jackman, que encarna o herói mutante no cinema, iniciou o primeiro dia de visita ao Brasil trocando de camisas com Ronaldo, o Fenômeno. Tudo pré-combinado, registre-se. *** Jackman entregou ao jogador do Corinthians, durante o treino do recém campeão paulista, uma camiseta com a frase "Eu sou indestrutível". Seguida, claro, do logo do filme "X-Men Origens: Wolverine", que estreou por aqui na sexta-feira e bateu recorde de bilheteria no Brasil durante o fim de semana. Ronaldo deu ao ator um boneco símbolo da mascote do Corinthians e outra camiseta, com um "X" estampado nas costas, no lugar do número do jogador. *** A escolha de Ronaldo como primeira parada para uma visita promocional dá o tom desta semana que será pautada por Wolverine, personagem da editora Marvel Comics. O longa-metragem, que dá sequência à franquia X-Men, é exibido com destaque, ocupando mais de um sala do mesmo cinema. Pela reação do público, o filme superou o trauma causado pelo vazamento na internet. *** Se alguém viu a produção na tela pequena, possivelmente a assistiu também na grande. E viu um longa-metragem de ação, nada muito mais do que isso. O filme, como o título já sugere, explica como o herói se tornou Wolverine, antes de ingressar nos X-Men. Pelo menos na versão cinematográfica. Os fãs dos quadrinhos do herói poderão questionar a fidelidade da obra em relação ao que lerem em papel. *** Mas, em termos de divulgação, o que vale é o burburinho. Burburinho que a Panini, que publica o personagem no Brasil, já começa a explorar. A editora esperou a estreia do filme para soltar cinco especiais de Logan, nome adotado pelo mutante. A maior parte dos álbuns já é vendida em lojas de quadrinhos paulistanas. O restante chega às bancas de parte do país nesta semana. Nos demais estados, em alguns meses, por meio de um sistema de distribuição feito em partes. *** A Panini separou histórias do herói produzidas por autores de destaque do mercado norte-americano de quadrinhos. Os nomes giram em torno do personagem central. "Wolverine - Inimigo de Estado", (R$ 68), "Wolverine - Logan" (preço não divulgado), "Wolverine - Duro de Matar" (R$ 18,90) e um edição anual do herói (R$ 15,90). O quinto álbum, "Eu, Wolverine" (R$ 26,90) é, talvez, o mais conhecido dos leitores brasileiros: traz a minissérie escrita por Chris Claremont e desenhada por Frank Miller. *** A minissérie, reunida agora em álbum, foi publicada pela primeira vez no Brasil pela Editora Abril entre julho e agosto de 1987, em quatro edições quinzenais. O destaque não era tanto a história, que mostrava o envolvimento dele com Mariko Yashida e a luta contra ninjas. O atrativo era a dupla de autores. Tanto Claremont quanto Miller tinham conquistado fama à época: este com Demolidor, aquele com X-Men. O que publicavam vendia. E bem. *** A onda de Wolverine é uma tentativa de atrair o olhar das pessoas para o personagem, ora por meio da figura de Jackman, ora pelos traços originais dos quadrinhos. Serve também para conhecer melhor o personagem, para quem ainda não foi apresentado a ele. Depois, só na sequência de "X-Men Origens - Wolverine". Segundo a jornalista Ana Maria Bahiana, colega de blog aqui no UOL, o ator já está comprometido com mais um filme. Parte do longa será rodado no Japão.
Escrito por PAULO RAMOS às 21h03
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03.05.09
Ilustrador faz biografia em quadrinhos de Angelo Agostini Primeiro, as páginas da biografia de Angelo Agostini, um dos pioneiros dos quadrinhos: 

Agora, lida a biografia em quadrinhos, as informações sobre a notícia. As duas páginas foram criadas pelo ilustrador, jornalista e professor paulistano Hilton Mercadante. A biografia foi produzida para um fanzine, feito com alunos de Educação Artística da FESB (Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista), no interior paulista. O diferencial da história é que usa desenhos do próprio Angelo Agostini, feitos entre o final do século 19 e início do 20. A única exceção é a imagem de abertura, uma foto do autor. *** Angelo Agostini (1843-1910) é tido como um dos pioneiros das histórias em quadrinhos no mundo e como ponto de partida para a manifestação artística aqui no Brasil. O desenhista ítalo-brasileiro teve papel importante na consolidação da imprensa no país durante a segunda metade do século 19. Criou diferentes jornais. Num deles, fez a história "As Aventuras de Nhô Quim, ou Impressões de uma Viagem à Corte", que começou a ser publicada em 30 de janeiro de 1869, em "Vida Fluminense". A data serviu de base para o Dia do Quadrinho Nacional, que comemora 140 anos no país. *** Mercadante - ou Merka, seu apelido - tem planos de mais quatro biografias nesses moldes. Estão na lista Jayme Cortez, Renato Silva - criador de Garra Cinzenta -, Monteiro Filho, Jota Carlos, Mauricio de Sousa, Ziraldo e Laerte. "Pretendo selecionar quatro desses, depende do material que eu conseguir", diz o ilustrador, de 43 anos. "Mas eu sinto que está faltando alguém... Como retomei a idéia há pouco, acho que muita coisa vai mudar ou tudo. Afinal sou libriano, né?" *** A biografia de Agostini lida nesta postagem foi reproduzida do flickr de Hilton Mercadante. Lá, há outras histórias em quadrinhos e trabalhos do ilustrador. E leia mais sobre a trajetória de Angelo Agostini neste link.
Escrito por PAULO RAMOS às 14h01
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30.04.09
Pixel vai publicar quadrinhos de premiados em concurso da Fnac A editora Pixel vai manter o acordo e irá publicar as histórias em quadrinhos feitas pelo autores que ficaram em segundo e terceiro lugares do Prêmio Fnac Novos Talentos. A garantia é de Silvio Alexandre, organizador da premiação, realizada no ano passado. "O fato de a Ediouro descontinuar a linha de quadrinhos da Pixel não afetará em nada a revista especial que será feita com os premiados", diz Alexandre, por e-mail. "Trata-se de uma parte da premiação e isso não foi mudado. Tanto a Ediouro como a Fnac mantêm o combinado". *** A Ediouro é a proprietária do selo Pixel, que vive dias de incógnita. A empresa tornou público nesta semana que rescindiu o contrato com a linha adulta da DC Comics. Os títulos da norte-americana DC - que publica séries como Sandman, Preacher e Fábulas - eram o carro-chefe da Pixel. Por isso, havia dúvidas quanto ao futuro dos trabalhos feitos pelos premiados no concurso. Pelas regras, o segundo e terceiro colocados teriam quadrinhos lançados num especial da revista "Pixel Magazine". O título mensal foi cancelado com as mudanças. *** O segundo lugar do Prêmio Fnac ficou com Luendey Maciel de Aguiar, nascido no Amazonas e morador de Curitiba. O terceiro, com o paulista Victor Gáspari Canela. Eles também receberam material de informática e R$ 3 mil e R$ 2 mil, respectivamente. O primeiro colocado foi o paranaense André Figueiredo Müller. Ele ganhou R$ 5 mil. Segundo Silvio Alexandre, as histórias em quadrinhos feitas pela dois autores serão editadas por ele e por Cassius Medauar, ex-editor-chefe da Pixel. "Essa publicação será lançada durante a festa de entrega do Troféu HQMix, no Sesc Pompeia", diz. A cerimônia está programada para julho, em São Paulo. *** Posta postagem (30.04, às 16h45): o curador do prêmio, Silvio Alexandre, entrevistado nesta postagem, esclarece um ponto sobre a publicação dos trabalhos dos dois autores. Segundo ele, quem vai manter o acordo é a Ediouro, e não a Pixel. Em outras palavras: significa que as histórias não serão lançadas necessariamente pelo selo editorial.
Escrito por PAULO RAMOS às 11h04
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Registros rápidos Dilbert - A L&PM começa a vender nesta virada de mês o quarto livro de bolso com tiras de Dibert, personagem de Scott Adams. "Dilbert : Trabalhando em Casa" integra a coleção de pockets da editora gaúcha. A série completa 20 anos de criação. França no RJ - O quadrinista francês Benoît Peeters faz um bate-papo hoje, às 18h30, no Rio de Janeiro. Ele é também especialista na obra de Hergé, criador de Tintim. Na Mediateca da Maison France (av. Presidente Antônio Carlos, 58, Castelo). Fan Trek 1 - O livro "Almanaque Jornada nas Estrelas" conta a trajetória do seriado, que se tornou uma fraquia de sucesso, inclusive nos quadrinhos. O lançamento da obra será sábado (02.05), às 14h no 1º FicSão Paulo (r. Sena Madureira, 298, São Paulo). Fan Trek 2 - A Devir programa para breve o lançamento de outros álbuns em quadrinhos baseados na série. O primeiro foi lançado no ano passado. A editora se pauta no burburinho gerado pelo próximo filme da franquia. Humor - O 26º Salão Internacional de Humor do Piauí recebe inscrições de cartuns até o dia 19. O tema é meio ambiente. O vencedor ganha R$ 10 mil. Detalhes no site do evento. O salão vai ocorrer entre 25 e 31 de maio. Lançamento - Christie Queiroz lança neste feriado de sexta-feira o álbum de tiras de Cabeça Oca: "Só Não Crio Juízo Porque Não Sei o que Ele Come". É a décima coletênea da série. Será às 15h, no Centro de Convenções de Goiânia. Biografia - A editora Seoman vai publicar no Brasil a biografia "Schulz and Peanuts: a Biography", sobre o criador das tiras de Snoopy. Deve ficar pronta no segundo semestre. A informação foi antecipada hoje por Eduardo Nasi, do site "Universo HQ". Votação - "Earthbuilders", história colorizada pelo brasileiro Felipe Sobreiro, concorre numa disputa virtual no site norte-americano Zuda Comics, da DC. A votação é livre é termina hoje. Se vencer, pode ser remunerado e até publicar pela editora. Link para votar.
Escrito por PAULO RAMOS às 10h19
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29.04.09
Primeira obra da lei de incentivo paulista a HQs tem lançamento em SP 
Capa do álbum de tiras "Caroço no Angu", de Gilmar, que começa a ser vendida no próximo fim de semana
O desenhista Gilmar lança seu próximo álbum de tiras, "Caroço no Angu", no próximo sábado, em São Paulo. Foi uma obra produzida em tempo recorde.
Entre o recebimento da verba da lei paulista de incentivo à produção de quadrinhos - R$ 25 mil - e a impressão, foram três meses. Ajudou o fato de as tiras já estarem prontas. O projeto é o primeiro do programa de apoio cultural a ficar pronto. Outros nove estão em produção. Houve mais de cem inscritos no edital, definido em dezembro passado. A obra de 48 páginas foi editada por ele mesmo. "Conversei com uma editora, mas, para entrar na grade de publicação, leva-se muito tempo", diz, por e-mail. *** O desenhista de 43 anos espera ampliar a tiragem do álbum. Tem planos de firmar parceria com alguma editora para ajudar nesse processo. E para contornar a burocracia. "Posso dizer que é mais cômodo lançar por uma editora, já que não precisamos bater cabeça com questões burocráticas de registro", diz. Segundo ele, perde-se um bom tempo até descobrir "os caminhos das pedras". "Com editora, que tem todos os caminhos, só precisamos nos preocupar com a produção do material, que é o nosso ofício." 
O formato do novo álbum ficou parecido com os dois outros que ele lançou pela Devir, "Para Ler Quando o Chefe Não Estiver Olhando" (2004) e "Pau Pra Toda Obra (2005). A obra traz 180 tiras feitas por ele em diferentes publicações, de "Folha de S.Paulo" e "Jornal do Brasil" a revistas como a "Você S.A.". "É uma miscleânea de temas como moda, etiqueta, teen, empreendedorismo, comportamento etc´", diz. "Por isso, o título ´Caroço no Angu´". Gilmar tem outro trabalho na pauta da Devir. É uma coletânea de tiras do personagem Ocre. *** O desenhista hoje integra a equipe de ilustradores do jornal "Diário do Grande ABC", de Santo André, cidade onde mora. Gilmar tem conquistado nos 20 anos de carreira diferentes prêmios. Foi escolhido melhor cartunista em 2002 no Troféu HQMix, o principal da área de quadrinhos no país. O ano de 2006 foi particularmente especial para ele. Destacou-se em três premiações. Venceu a categoria charges do Prêmio Vladimir Herzog, o 14º Salão de Humor para a Imprensa e ficou em segundo lugar no Salão de Humor de Piracicaba daquele ano.
Serviço - Lançamento do álbum de tiras "Caroço no Angu". Quando: sábado (02.05). Horário: 21h30. Onde: HQMix Livraria. Endereço: Praça Roosevelt, 142, centro de São Paulo. Preço sugerido: R$ 23.
Escrito por PAULO RAMOS às 11h01
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FIQ confirma mais estrangeiros para o festival de quadrinhos Os coordenadores do 6º FIQ - Festival Internacional de Quadrinhos - confirmaram mais oito artistas estrangeiros que irão participar da próxima edição do evento. A maioria é da França. O motivo é que o festival integra a agenda oficial do ano da França no Brasil, intercâmbio cultural entre as duas nações. Cinco autores virão do país europeu: Marc-Antoine Mathieu, Nicolas de Crecy, Christophe Blain, Cizo e Felder. São nomes pouco conhecidos dos brasileiros. A lista de franceses pode aumentar, segundo os organizadores. Moebius é um dos que foram convidados. Ainda não confirmou presença. ***
Os demais convidados confirmados se dividem entre diferentes países. A exemplo da França, a maior parte é da Europa. Da Itália, Liberatore, criador do personagem Ranxerox, publicado no Brasil pela extinta "Animal", no fim dos anos 1980. O espanhol Juan Díaz Canales também é conhecido dos leitores daqui. São dele os textos dos dois álbuns de "Blacksad" lançados pela Panini em 2006. O nome do norte-americano Ben Templesmith também é familiar aos brasileiros. São dele os desenhos da série de terror "30 Dias de Noite", publicada pela Devir. *** Os outros estrangeiros já haviam sido noticiados pelo blog em fevereiro. São o canadense Guy Delisle, autor de "Crônicas Birmanesas", e o alemão Jens Harder. Os nomes dos novos convidados externos foram divulgados no blog do festival. A página virtual tem trazido regularmente informações sobre o evento. Mas, fora do blog, os organizadores sinalizam que a lista deverá ser maior, e não só com autores franceses. A relação inclui dois argentinos, dois chineses, outro alemão, mais dois norte-americanos, outro espanhol e um africano. *** Vai haver brasileiros também. Mas, como ocorreu nas edições anteriores, os estrangeiros são confirmados primeiro para facilitar o transporte e a agenda. Por enquanto, sabe-se que o desenhista brasileiro Joe Bennet terá uma exposição. Ele atua no mercado de quadrinhos dos Estados Unidos. O homenageado desta sexta edição do festival, realizado a cada dois anos, é Renato Canini, criador de personagens como Kactus Kid e principal desenhista de Zé Carioca. O FIQ vai ser realizado uma vez mais em Belo Horizonte (MG), entre 6 e 11 de outubro.
Escrito por PAULO RAMOS às 09h56
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28.04.09
Panini diz que, no momento, não negocia selos adultos da DC A editora Panini disse hoje, ao blog, que não ocorre, ao menos no momento, uma negociação para publicar as linhas Vertigo, ABC e Wildstorm, selos adultos da norte-americana DC Comics. "O que existe até agora são consultas do mercado de histórias em quadrinhos no Brasil pela DC em função do bom relacionamento que a Panini mantém com eles", diz por e-mail Marcelo Adriano da Silva, coordenador de marketing da editora. "Informaremos se eventualmente houver uma consulta no sentido de negócio dos selos Vertigo/Wildstorm." A multinacional mantém contrato com a DC para publicação de histórias de super-heróis. *** A leitura que se faz é que o material adulto da DC está, uma vez mais, posto a leilão entre as editoras nacionais. E que já ocorre uma sondagem - ou consulta - por parte da editora norte-americana. A última a ter os direitos de publicação dos títulos da Vertigo, ABC e Wildstorm foi a Pixel, selo editorial da Ediouro. Ontem, a empresa confirmou que rescindiu o contrato com a DC. Leia mais neste link.
Escrito por PAULO RAMOS às 20h28
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