30.06.10

Livros de bolso reúnem tiras de Angeli e Laerte

 

 

Dois livros de bolso reúnem tiras do tempo em que Angeli e principalmente Laerte ainda trabalhavam com personagens fixos. "Skrotinhos" e "Striptiras 4" começaram a ser vendidos neste fim de mês (L&PM, 112 e 144 págs., R$ 11 cada um).

A coletânea de "Os Skrotinhos" compila tiras da dupla de personagens conhecida pelas manifestações impróprias, tanto nas atitudes quanto nas palavras. Estão entre as criações mais populares de Angeli.

O quarto volume de "Striptiras" traz como destaque, inclusive na capa, o reacionário Capitão Douglas Capricórnio, um dos vários seres criados por Laerte (é dele a tira acima). A obra traz também histórias de Don Luigi.

Os dois desenhistas têm direcionado as produções mais recentes em tiras sem personagens fixos. Algumas delas, inclusive, sem serem pautadas no humor. Ambos já tinham lançado outras coletâneas pela L&PM.

                                                          ***

Registro rápido: via Twitter, a L&PM confirmou para o segundo semestre o lançamento do terceiro volume de tiras antigas de Snoopy ("Peanuts Completo: 1955-1956").

Escrito por PAULO RAMOS às 21h18
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17.06.10

Cartunistas estão com medo de participar do Salão de Piracicaba

"Os cartunistas estão com medo de falar".

"Eles estão receosos, não querem tomar partido. Por ´tomar partido´ digo participar do salão".

As duas frases são de Eduardo Grosso, atual chefe do Centro de Documentação, Pesquisa e Divulgação do Humor Gráfico, que cuida do Salão Internacional de Humor de Piracicaba.

Grosso assumiu o cargo de Maria Ivete Araújo, a Zetti, afastada em dezembro de 2009 e motivo de protesto de três associações de desenhistas, que recomendaram à classe protestar sobre o caso.

                                                          ***

Na leitura de Grosso, o caso criou entre os cartunistas um clima que ele compara a uma guerra, como se os desenhistas tivessem de tomar lados opostos de um conflito.

"Pessoalmente, eu tenho a preocupação de que vai desgastar algo que é maior que tudo isso, que é o próprio salão. A gente passa, o salão fica", disse ao blog, por telefone.

O artista plástico disse que se reuniu com as entidades de cartunistas, em São Paulo, para chegar a um acordo. "O caso da Zetti está envolvido num contexto administrativo", diz.

Segundo ele, a saída esteve pautada num desgaste dela com os funcionários e com a prefeitura, que controla a área. O município disse, em janeiro, que se tratava de uma renovação no setor.

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O pedido de protesto ao salão foi formalizado nos últimos dias e noticiado pelo blog na última segunda-feira.

O texto foi assinado pela ACB (Associação dos Cartunistas do Brasil), SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil) e Imag (Instituto Memorial de Artes Gráficas do Brasil).

O posicionamento encerra uma discussão virtual entre as mais de 200 pessoas que assinaram uma carta de protesto contra a saída de Zetti e a maneira como ela foi afastada pela prefeitura.

As inscrições para a 37ª edição do salão vão até o dia 3 de agosto. Até o momento, 120 desenhistas de 20 países - entre eles o Brasil - enviaram trabalhos para o evento de humor.

Escrito por PAULO RAMOS às 10h42
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14.06.10

Associações de cartunistas pedem protesto a Salão de Piracicaba

Três associações de desenhistas recomendaram que a classe faça protestos contra o Salão Internacional de Humor de Piracicaba, que tem abertura em 28 de agosto.

O pedido foi formalizado por meio de um e-mail, enviado na semana passada a uma lista de mais de 200 cartunistas e profissionais da área de quadrinhos.

O motivo do racha, agora oficial, é para marcar a falta de diálogo da Prefeitura da cidade do interior paulista sobre o afastamento da ex-coordenadora do salão.

Maria Ivete Araújo, a Zetti, foi afastada do cargo em dezembro do ano passado. Os cartunistas entendem que ela foi desligada de forma humilhante e pedem seu retorno.

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O textoé assinado pela ACB (Associação dos Cartunistas do Brasil), SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil) e Imag (Instituto Memorial de Artes Gráficas do Brasil).

As três entidades mediavam uma discussão virtual sobre o tema, que se arrastava pelos últimos meses. Em abril, as associações já consideravam um esvaziamento do salão.

Participavam do debate mais de 200 pessoas ligadas direta e indiretamente ao evento de humor. Todas se manifestaram contra a exoneração de Zetti.

O grupo tem tentado desde o início do ano obter uma resposta definitiva da prefeitura. O último contato ocorreu em 19 de maio, por meio de uma carta. Segundo as associações, não houve resposta.

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"Esgotadas todas as possibilidades de diálogo, estamos convocando todos os cartunistas para um amplo protesto pelo retorno da democracia ao salão e pelo poder de voz dos cartunistas", diz o texto.

O comunicado deixa a cargo de cada um a maneira como será feito o protesto. Mas sugere uma data para as manifestações: de junho a agosto de 2010, mês de abertura do salão.

"As formas de protesto podem ser desde enviar cartuns e charges sobre o que aconteceu até protestos como usar camisetas ou enviar e-mail", diz por telefone José Alberto Lovetro, o JAL, presidente da ACB.

"Os cartunistas vão usar o que sabem fazer melhor num lugar onde há abertura para isso. Se não houver, será censura, como não houve nem na ditadura."

                                                          ***

Zetti chefiou por 20 anos o Centro de Documentação, Pesquisa e Divulgação do Humor Gráfico de Piracicaba, que cuida do salão. Esteve outros dez anos ligada ao evento.

Ela soube que sairia da função por meio de uma carta, recebida dois dias antes do Natal.

Segundo a prefeitura disse ao blog na ocasião, o desligamento era para levar a uma renovação. O artista plástico Eduardo Grosso assumiu o cargo dela.

As inscrições para a 37ª edição do salão de humor vão até o dia 3 de agosto.

                                                           ***

Leia mais sobre o caso nas postagens de:

  • 04.01 - sobre o afastamento de Zetti
  • 27.01 - carta de cartunistas pede volta de Zetti
  • 01º.04 - cartunistas consideram esvaziamento de salão

Escrito por PAULO RAMOS às 20h10
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11.06.10

Livro trará primeiras tiras de Liniers

 

Notícias argentinas - III

 

Bonjour. Crédito: reprodução

 

 

 


Capa da versão argentina de "Bonjour", que será publicado no Brasil 

 

 

 

 


Antes de "Macanudo", havia "Bonjour". A coletânea da série, de Liniers, será publicada no Brasil. A obra traz os primeiros trabalhos do desenhista argentino.

O álbum será publicado pela Zarabatana, que já mantém em catálogo outra criação dele, "Macanudo". A editora programa pôr no mercado no segundo semestre deste ano. 

 Sem "Bonjour", não haveria "Macanudo". Foi por meio da primeira, publicada no jornal "Página/12", que o autor chamou a atenção do concorrente "La Nacion".

A troca de jornal foi mediada pela cartunista Maitena, da série "Mulheres Alteradas". Na nova casa, ele criou as tiras de "Macanudo" e foi descoberto pelo grande público.

                                                          ***

"Bonjour" estreou em setembro de 1999 e já trazia o estilo singular de Liniers. A série de tiras serviu como um laboratório para o que ele faria anos depois em "Macanudo".

Publicada uma vez por semana no suplemento "No", "Bonjour" já mostrava os homens de chapéu e os pinguins, personagens que se tornariam regulares em seus trabalhos.

A coletânea da série segue no Brasil o mesmo percurso realizado na Argentina: foi lançada depois dos primeiros livros de "Macanudo". A primeira edição de lá é de 2005.

"Macanudo" já teve dois livros lançados no Brasil, ambos pela Zarabatana. A editora já prepara o terceiro (capa abaixo). A série é publicada também na "Folha de S.Paulo".

 

Macanudo 3. Crédito: editora Zarabatana

 

 

 

 

 

Capa da edição nacional de "Macanudo 3", que será publicado neste ano

 

 

 

 

 

 

A Zarabatana programa, também para o segundo semestre, o lançamento de uma outra coletânea de tiras argentinas, "Batu".

A série é feita pelo desenhista Tute, filho do cartunista Caloi, também autor de tiras - são dele as histórias do personagem Clemente, muito famoso no país.

"Batu", como "Macanudo", é publicado diariamente no jornal "La Nacion". A diferença em relação ao vizinho de página é que as piadas ocupam o espaço de duas tiras.

As histórias são direcionadas a um leitor mais jovem. O personagem-título é um menino magro e cabeludo, que interage com seu cão, Tútum, e o melhor amigo, Boris.

                                                        ***

Com esses títulos, a Zarabatana se torna uma das editoras brasileiras com o maior rol de obras argentinas em catálogo.

A editora irá publicar também trabalhos da revista argentina "Fierro", a principal do país, como o blog noticiou na terça-feira

Claudio Martini, editor da Zarabatana, diz que pretende continuar a apostar nesse mercado. "Mas isso vai depender também da aceitação que os livros tiverem", ressalva.

"Acredito no sucesso deles, pois trazem trabalhos excelentes, tanto nos desenhos como nos roteiros, e creio que quando o leitor brasileiro conhecer melhor a produção do país vizinho, também vai ficar fã dos quadrinhos argentinos, como já acontece na Europa e outros países da América."

                                                          ***

Leia nas duas postagens abaixo as duas primeiras partes da série "notícias argentinas".

Escrito por PAULO RAMOS às 09h34
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08.06.10

Revista argentina Fierro será publicada no Brasil

 

Notícias argentinas - I

 

Fierro Brasil. Crédito: editora Zarabatana

 

 

 

 

 

 

 

Ilustração de Liniers para a capa da "Fierro Brasil", que será produzida no país pela editora Zarabatana 

 

 

 

 

 

 



A principal revista em quadrinhos da Argentina, a "Fierro", será publicada no Brasil pela editora Zarabatana. O número de estreia está programado para o segundo semestre.

A informação é noticiada em primeira mão pelo blog.

O contrato foi assinado na virada do mês. A negociação com os responsáveis pela publicação vinha ocorrendo desde o trimestre final de 2009.

O acordo prevê o lançamento de uma edição a cada seis meses, com 160 páginas. 

                                                          ***

A obra nacional será produzida em formato livro, num tamanho semelhante ao original, 21 cm por 28 cm.

A maior parte do conteúdo será uma coletânea de histórias de autores argentinos publicadas na revista. O restante será com histórias de quadrinistas brasileiros

"Creio ser esta a primeira vez que teremos a publicação no Brasil de uma seleção do que há de melhor sendo produzido lá. E esta seleção passa obrigatoriamente pela revista ´Fierro´", diz Claudio Martini, editor da Zarabatana.

"Fierro é uma revista emblemática dos quadrinhos argentinos como, por exemplo, foi a revista ´Metal Hurlant´ para os quadrinhos franceses."

                                                         ***

Na Argentina, a revista é mensal e é vendida no segundo sábado de cada mês com o jornal "Página/12". Tem tiragem em torno de 15 mil exemplares e, segundo os editores, dá lucro.

Uma primeira versão foi publicada no país entre 1984 e 1992. Terminou na centésima edição. O retorno ocorreu em novembro de 2006, por meio da parceria com o jornal.

Com 64 páginas, a "Fierro" mescla histórias de diferentes autores argentinos. A única exceção é o brasileiro Adão Iturrusgarai, que integra o rol de quadrinistas por morar no país.

Parte do conteúdo são narrativas curtas, com diferentes temáticas. A outra parte são histórias maiores, em capítulos, um por edição - chamadas de histórias de "continuará".

 

Noturno. Crédito: editora Zarabatana

 

 

 

 

 

 

 

Capa da versão nacional de "Noturno", álbum que inaugura a "Coleção Fierro" 

 

 

 

 

 

 

 



As narrativas em capítulos serão publicadas no Brasil em uma série à parte, batizada por enquanto de "Coleção Fierro". O primeiro número será "Noturno", de Salvador Sanz.

A história foi lançada em capítulos na "Fierro" durante dois anos e dois meses. Foi compilada em livro no fim de 2009.

"Noturno" é uma trama de mistério permeada por surrealismo, desenhada num traço hiper-realista, característica do autor.

Conta a história de enormes aves, que usam os homens como canal de entrada para nossa dimensão.

                                                          ***

A Zarabatana planeja vender as obras da coleção e a "Fierro Brasil" de duas maneiras: os dois títulos juntos, possivelmente com desconto, ou separados.

A editora já tem em catálogo outros trabalhos de autores argentinos, como as coletâneas de tiras de "Macanudo", de Liniers.

"Creio que há  público para histórias em quadrinhos de qualidade, não importa o país de origem, mas, no caso da ´Fierro´, temos esta barreira que precisa ser rompida", diz Martini.

"Penso também que isto é um caminho de mão dupla, e os argentinos também se interessarão mais pela produção brasileira."

                                                         ***

Na próxima postagem da série especial "notícias argentinas": um clássico de lá, finalmente publicado no Brasil.

Escrito por PAULO RAMOS às 09h30
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06.06.10

Livro narra história do beijo nos quadrinhos

 

Smack! O Beijo nos Quadrinhos. Crédito: divulgação

 

 

 

 

 

 

 

 

Obra do jornalista Gonçalo Junior é distribuída a clientes de loja de quadrinhos de São Paulo por conta do mês dos namorados 

 

 

 

 

 

 

 


A singularidade do beijo esconde história nos quadrinhos. De contatos mais sutis ou sugeridos a outros mais explícitos, o tema é narrado num livro, distribuído desde o início do mês na loja Comix, de São Paulo.

"Smack! O Beijo nos Quadrinhos" (Centopeia, 202 págs) divide as diferentes maneiras de beijar em 11 tópicos, cada um deles encabeçando um dos capítulos da obra. As cenas são mostradas com legendas, que contextualizam os momentos apresentados.

Há os liberados, os puros, os de paixão, os orientais - alusão aos mangás, os quadrinhos japoneses -, os heroicos, os poderosos, os adultos, os irreverentes, os assustadores, os excitantes e os proibidos.

Um dos censurados no Brasil foi o da minissérie norte-americana "Camelot 3000", versão futurista da história de Rei Artur. O beijo entre duas das personagens foi limado da revista da Editora Abril, que publicava a história em 1986.

                                                          ***

O ar de tabu visto no capítulo sobre os beijos proibidos casa com a proposta que o autor, o jornalista e pesquisador Gonçalo Junior, procurou dar à obra.

Neste resgate sobre a história do beijo, a leitura sinaliza para uma gradativa liberação das amarras sobre os quadrinhos ao longo do século 20.

Na leitura do autor, apresentada no capítulo inicial, a ausência dos beijos esteve atrelada a um cuidado pelo qual a área passou, muito por conta do público-alvo, predominantemente infanto-juvenil.

O cuidado excessivo gera alguns dados curiosos. Na década de 1930, o beijo, quando havia, era associado à vitória do herói, no fim da aventura. Ele aproveitava e beijava a mocinha da vez.

                                                          ***

A liberação teria começado a ganhar fôlego com os quadrinhos adultos e alternativos da década de 1960. A mudança, depois, foi absorvida pela indústria da área.

Mesmo assim, alguns cuidados permaneceram. Gonçalo Junior descobriu, por exemplo, que a história de Branca de Neve, adaptada pela Disney, não mostrava o beijo.

O final da narrativa apresentava o príncipe se aproximando do rosto dela. Na cena seguinte, ela já estava desperta. O beijo fica apenas sugerido, momento mostrado pela obra.

Outro momento marcante que o livro traz é o recente beijo entre as versões adolescentes de Mônica e Cebolinha, publicado no quarto número de "Turma da Mônica Jovem", lançado em novembro de 2008.

                                                         ***

Relembrar tantos beijos é uma outra forma de narrar a história dos quadrinhos, tema caro a Gonçalo Junior e presente em outras obras dele, como "A Guerra dos Gibis", da Companhia das Letras.

O livro foi feito sob encomenda da Comix, loja paulistana especializada em quadrinhos. A proposta é aproveitar o mês dos namorados e distribuir os exemplares aos clientes (a obra não é vendida).

O exemplar será dado a quem fizer compras de R$ 150 na loja, de uma só vez ou acumuladas ao longo de junho. Foram impressos mil exemplares.

A Comix fica na Alameda Jaú, 1998, bem perto da Rebouças e da Avenida Paulista. 

Escrito por PAULO RAMOS às 23h05
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04.06.10

HQMix: indicados de mais seis categorias

Os organizadores da 22ª edição do Troféu HQMix divulgaram nesta semana os indicados de mais seis categorias da premiação, a principal da área de quadrinhos do país.

A seleção inclui as categorias tiras, publicação de aventura/terror/ficção, erótica, web quadrinhos, clássicos e mix (nome dado à reunião de diferentes histórias em uma mesma revista).

Os indicados são:

Web Quadrinhos 

Publicação de Clássico

  • Bidu 50 Anos - Maurício de Souza (Panini)
  • Calvin e Haroldo - A Hora da Vingança - Bill Watterson (Conrad)
  • No Rastro de Masamune - Luiz Saidenberg (Marca de Fantasia)
  • Peanuts Completo: 1950 a 1952 - Charles M. Schulz (L&PM)
  • Samurai #1 - Júlio Shimamoto (EM Editora)
  • Watchmen - Edição Definitiva - Alan Moore, Dave Gibbons e John Higgins (Panini)
  • Verão Índio - Hugo Pratt e Milo Manara (Conrad)

Publicação Mix

  • Beleléu (Independente)
  • Cabaret (Independente)
  • Graffiti 76% Quadrinhos #19 (Independente)
  • MSP50 - Maurício de Sousa por 50 Artistas (Panini)
  • Ragu #7 (Independente)
  • Revista Picabu #4 (Independente)
  • Tarja Preta #6 (Independente)

Publicação de Tiras

  • A Cabeça é a Ilha - André Dahmer (Desiderata)
  • Calvin e Haroldo - A Hora da Vingança - Bill Watterson (Conrad)
  • Macanudo #2 - Liniers (Zarabatana)
  • Mutts - Os Vira-Latas - Patrick McDonnell (Devir)
  • Níquel Náusea - Um Tigre, Dois Trigres, Três Tigres - Fernando Gonzales (Devir)
  • Peanuts Completo: 1950 a 1952 - Charles M. Schulz (L&PM)
  • Vida Boa - Fábio Zimbres (Zarabatana

Publicação de Aventura/Terror e Ficção

  • A Torre Negra - O Longo Caminho para Casa #3 de Stephen King - Peter David, Jae Lee e Richard Isanove (Panini)
  • J. Kendall - Aventuras de uma Criminóloga #58 - Giancarlo Berardi, Giuseppe de Nardo e Lorenzo Calza (roteiro) e Mario Jannì (desenhos) (Mythos)
  • Mágico Vento #89 - Gianfranco Manfredi e Ivo Milazzo (Mythos)
  • Melodia Infernal #1 - Lu Ming (Conrad)
  • Oninbo e os Vermes do Inferno #2 - Hideshi Hino (Zarabatana)
  • Tex - Edição Histórica #76 - G.L. Bonelli, Galeppini e Virgílio Muzzi (Mythos)
  • Vertigo #1 vários (Panini)

Publicação Erótica

  • As Aventuras Secretas - Denis Rodrigues (Dinâmica)
  • Clic 4 - Milo Manara (Conrad)
  • Encontro Fatal - Milo Manara (Conrad)
  • Futari H - Katsu Aki (JBC)
  • Love Junkies - Kyo Hatsuki (JBC)
  • Verão Índio - Hugo Pratt e Milo Manara (Conrad)

Neste ano, os nomes dos indicados ao prêmio têm sido apresentados por meio de um blog, mantido pela comissão organizadora do HQMix.

Veja nas postagens abaixo os selecionados em outras seis categorias do troféu.

Escrito por PAULO RAMOS às 17h40
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