31.10.10

Edição colorida marca número 100 de Mágico Vento

 

Mágico Vento 100. Crédito: reprodução

 

 

 

 

 

 

Série de faroeste é um dos títulos mais duradouros no Brasil da editora italiana Sergio Bonelli

 

 

 

 

 

 

 

 

Em vez do tradicional preto-e-branco, cores. A mudança gráfica marca a centésima edição de "Mágico Vento", lançada nas bancas neste fim de mês (Mythos, 100 págs., R$ 8,90).

Este número comemorativo mantém a tradição do restante da série e insere os personagens centrais no contexto histórico dos Estados Unidos na segunda metade da década de 1870.

A edição mostra o aumento da tensão entre soldados e os índios Sioux, ambos em conflito, e o assassinato do lendário Wild Bill Hickok, morto num jogo de pôquer em 1876.

Em meio ao crime e ao conflito, a narrativa se passa em dois ambientes, vividos pelos dois protagonistas: Mágico Vento entre os índios, o jornalista Poe ao lado de Wild Bill.

                                                         ***

Os leitores novos irão entender a história. Mas ficará a sensação - verdadeira - de que a trama é resultado de uma costura iniciada nos números anteriores.

Mágico Vento é o nome indígena adotado ao ex-soldado Ned Ellis. Salvo em um acidente, foi encontrado e cuidado por índios. Passou a viver entre os Sioux e ser visto como xamã.

O título místico é consequência de um dom herdado do acidente: a capacidade de ter visões, premonitórias ou não. Nesta centésima edição, ele tem uma dessas mensagens.

Em suas andanças pelo Velho Oeste, é acompanhado por Poe, como é conhecido o jornalista Willy Richards. O apelido é pela semelhança com o escritor Edgar Allan Poe.

                                                         ***

A série de faroeste estreou no Brasil em julho de 2002. Tem se firmado no mercado de bancas desde então, algo difícil de ocorrer entre os trabalhos da editora Sergio Bonelli.

Ter uma numeração tão larga é um feito raro entre os títulos da editora italiana, que, salvo "Tex" e "Zagor", custa a emplacar uma série aqui no Brasil.

Houve várias tentativas, muitas delas pela mesma Mythos: Mister No, Martin Mystére, Nick Raider, Dylan Dog, Dampyr. Todas foram canceladas.

As exceções são "Mágico Vento" e "J. Kendall - Aventuras de uma Criminóloga", embora já tenha havido anúncio de que a série seria cancelada. Uma campanha feita por leitores aparentemente tem dado uma sobrevida à série de mistério, que está no número 71.

Escrito por PAULO RAMOS às 11h25
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27.10.10

Vai de táxi?

 

Taxi. Crédito: imagem cedida pelo autor

 

 

 

 

 

Capa da revista, que Gustavo Duarte lança hoje à noite em São Paulo

 

 

 

 

 

 

O táxi de Gustavo Duarte não tem acento agudo. É como o usado nos Estados Unidos. Não é coincidência. A revista foi pensada para dialogar com diferentes leitores. Ao mesmo tempo.

Há vários sinais disso. A contracapa, por exemplo, traz um texto em três línguas, português, inglês e espanhol, escrito pelos quadrinistas Gabriel Bá e Fábio Moon.

O indicador mais contundente foi o lançamento da obra no começo do mês na New York Comicon, nos Estados Unidos. Com boa repercussão, segundo o autor.

Vendeu bem  e ainda foi procurado por cinco lojas, interessadas em vender o trabalho. Quatro são norte-americanas. Uma é francesa.

                                                          ***

O que ajuda no diálogo com públicos de outro país é o fato de a narrativa ser produzida sem texto, só imagens em sequência.

Como ele fez em "Có!", o trabalho anterior dele, lançado no meio do ano passado. Pela história, levou neste ano dois troféus HQMix, principal premiação de quadrinhos do país.

"Có!" também fez o périplo Brasil/Estados Unidos e serviu para inserir Duarte definitivamente na área de quadrinhos. Tanto que ele já planeja outras corridas, de táxi ou não.

Até então, a atuação dele havia sido - e ainda é - na imprensa, via charges, caricaturas e ilustrações, principalmente para o diário esportivo "Lance!", onde está há uma década. 

                                                          ***

Paulista do interior de São Paulo, Gustavo Duarte mostra em "Táxi" uma sobre o jazz.

Um músico é o protagonista da história, que terá lançamento hoje à noite em São Paulo. O formato quadrado, 20 cm por 20 cm, é uma referência às capas dos discos de jazz.

O autor imprimiu 2 mil exemplares da revista, pagos do próprio bolso, como fez também com "Có!".

Nesta entrevista, feita por meio de uma série de trocas de e-mail, o desenhista detalha os objetivos da publicação, o processo de produção e dá dicas dos próximos projetos.

                                 

Taxi. Crédito: imagem cedida pelo autor

 

Blog - Por que a tendência de criar histórias sem palavras, como em Có?
Gustavo Duarte
- Como te disse quando lancei a "Có!", sempre tive um predileção pelos meus trabalhos sem fala. Tentar passar uma idéia sem escrever nada, sempre me pareceu muito interessante. Quando fui fazer a "Có!", quis tentar contar uma história inteira assim. Como gostei do resultado, fiquei com vontade de experimentar criar outras histórias da mesma maneira.

Blog - Você tem feito um roteiro de priorizar o lançamento nos Estados Unidos e, depois, aqui no Brasil. Qual o objetivo dessa estratégia?
Duarte
- O fato de lançar lá primeiro, é mais uma coincidência do que algo que priorizo. A idéia de ir para San Diego [na San Diego Comicon] e agora para Nova York [New York Comicon] existiu e existe principalmente para conhecer outras trabalhos, mercados, públicos e é claro, divulgar o meu trabalho. Mas acredito que o mais importante é para ver o que está acontecendo em outros lugares. Sei que o meu mercado principal é o brasileiro. Mas não vejo fronteiras para um quadrinista, ainda mais nos dias de hoje.

Blog - Qual foi o retorno no lançamento estadunidense?
Duarte
- Foi bem legal. Ainda melhor do que já tinha ocorrido com a "Có!". Assim como em San Diego, conheci bastante gente e tive a oportunidade de conversar com os leitores de lá. Além de vários profissionais da área. Quanto às vendas, também me deixaram muito contente e superaram as minhas expectativas. Uma coisa que me deixou muito contente desta vez foi a procura das lojas. Da primeira vez, vendi para uma loja. Desta vez cinco vieram me procurar e comprar comigo. Quatro dos Estados Unidos e uma da França (Paris).

Blog - Você ganhou dois HQMix pelo trabalho em "Có!" e agora, um ano depois, investe em outro trabalho. Daqui para frente, qual a sua meta? Continuar com os quadrinhos nesses moldes ou migrar para outros projetos?
Duarte
- Daqui para frente gostaria de fazer muito mais quadrinhos. Tanto desta quanto de outras maneiras. Tenho uma ideia para uma história maior, com mais páginas. Acho que está chegando a hora de colocar esta idéia em prática.

Blog - Qual é a ideia para essa história mais longa? Seria, uma vez mais, sem palavras?
Duarte
- A ideia central está na cabeça há algum tempo. Num papo informal contigo, posso te contar, mas prefiro não publicar nada ainda. Seria uma história um pouco mais longa, de umas cem páginas. Um desafio maior para também fazer sem nenhuma palavra.

Blog - Você sinaliza apostar mais nos quadrinhos daqui pra frente. Quais os próximos projetos, além do já comentado?
Duarte
- Quanto aos próximos projetos, além desse acima, tenho algumas outras ideias. Algumas mais curtas como a "Có!" e a "Taxi". Uma delas é uma história sobre uns pássaros. Uma ideia que tive nesta ida a Nova York. E outras mais longas, como uma ideia que tenho para uma história de terror. Agora é só arranjar tempo para tudo isso. E, é claro, conseguir viabilizar financeiramente. 

                                                          ***

Serviço - Lançamento de "Taxi", de Gustavo Duarte. Quando: hoje. Horário: a partir das 20h. Onde: São Cristóvão Bar. Endereço: rua Aspicuelta, 533, vila Madalena, São Paulo. Quanto: R$ 10.

Escrito por PAULO RAMOS às 11h37
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Registros rápidos

 

Homenagem virtual

 

Crédito: Mauricio Rett

 

Um grupo de 16 desenhistas se reuniu para fazer uma história em quadrinhos coletiva para homenagear os 75 anos de vida de Mauricio de Sousa, comemorados nesta quarta-feira. A narrativa toma como base os personagens da Turma da Mônica e é narrada por meio dos blogs de cada um dos autores. A tira acima, de Mauricio Rett, dá início à leitura.

França em João Pessoa

A segunda parada do quadrinista francês Killoffer pelo Brasil será na Rio Comicon, no mês que vem. Antes, ele faz palestra, exposição e lançamento em João Pessoa. Ele publica dois livros em português: "676 Aparições", pela Barba Negra, e "Quando Tem que Ser", pela Marca de Fantasia. O site da editora traz a programação completa.

No ritmo das balas

A Panini já pôs à venda a segunda coletânea de histórias de "Jonah Hex". A editora anunciou para este mês outro lançamento ambientado no Velho Oeste norte-americano: "Loveless", também num segundo volume. Os revólveres estão pauta de outro título programado para outubro: o quinto número de "100 Balas".

Perseguição nua

A revista "A Sombra de Batman", nas bancas, traz para o Brasil uma história que causou polêmica nos Estados Unidos. O motivo é uma sequência em que Batmoça persegue a Mulher-Gato, ambas nuas. Os desenhos são de Kevin Maguire, conhecido por criar mulheres voluptuosas e rostos hiper-expressivos.

Jornalismo em debate

Um encontro em Porto Alegre vai pôr em debate o gênero jornalismo em quadrinhos. Participam convidados da Alemanha - Atak e Jens Harder - e jornalistas, pesquisadores e quadrinistas brasileiros - Spacca, Gilmar Rodrigues, Arisitides Dutra e Felipe Muanis. As mesas começam na quinta-feira à noite e vão até sábado. Programação completa aqui.

BH Humor

Terminam no próxima dia 10 as inscrições para a segunda edição do BH Humor. O Salão Internacional de Humor de Belo Horizonte tem duas categorias: cartum - sobre o tema transporte e trânsito - e caricatura. Os vencedores ganham R$ 10 mil cada um. A abertura da mostra com os trabalhos será no dia 17.11. Regulamento no site do salão.

Dossiê HQ

A proposta do Dossiê HQ é aproximar autores e leitores. A estreia será no sábado, às 16h, com Laudo Ferreira Jr. e Danilo Beyruth, autores de dois dos principais álbuns do ano ("Yeshuah" e "Bando de Dois"). O encontro é promovido pela loja Gibiteria, onde irá ocorrer o bate-papo (praça Benedito Calixto, 158, 1º andar, São Paulo). 

Escrito por PAULO RAMOS às 10h07
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25.10.10

Duas paradas em Belo Horizonte (com Bienvenido entre elas)

 

Parada um: nesta terça-feira, às 19h, com lançamento de Bienvenido na sequência

 

 

Parada dois: quarta-feira, às 14h, na Faculdade de Letras da Federal de Minas Gerais

 

 

Ficam os convites.

Escrito por PAULO RAMOS às 11h44
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20.10.10

Safra 2009 do Proac mostra sua cara neste 2010

 

Anarriê. Crédito: editora HQM

 

 

 

 

 

 

Capa de "Anarriê", lançado neste mês, um dos álbuns custeados pelo edital paulista de incentivo à produção de quadrinhos

 

 

 

 

 

 

 

De dois meses para cá,  houve uma concentração de obras do edital paulista de incentivo à produção de quadrinhos. Dos 10 títulos selecionados, 7 foram publicados nesse período.

Embora ainda falte o lançamento de três obras, já é possível perceber a cara da edição 2009 do Proac (Programa de Ação Cultural), mantido pelo governo do Estado de São Paulo.

A marca parece ser a da diversidade. Há obras de diferentes gêneros, voltadas a diferentes públicos, do adulto ao infanto-juvenil.

Em comum, o fato de serem custeadas com verba de R$ 25 mil e de serem produzidas por autores que moram há pelo menos dois anos em São Paulo, regra do edital.

                                                          ***

O diálogo com o leitor mais jovem fica claro em dois dos títulos: "Cogumelos ao Entardecer" e " Anarriê", que começou a ser vendido no fim de semana (HQM, 104 págs., R$ 29,90). 

Em "Anarriê", o escritor e desenhista, Michel Borges, usa traços do mangá para contar a história. Duas crianças, Gabriel e Andressa, são transportados a uma outra dimensão durante uma festa junina. A viagem mágica da dupla dá o tom da aventura.

Aventura com toques místicos é também o mote de "Cogumelos ao Entardecer", de Jonatas Tobias (Devir, 112 págs., R$ 44).

Os garotos Knox e Arroba - que tem rosto de porco - partem em busca dos tais cogumelos do título, com promessa de que, assim, seus sonhos serão realizados.

                                                          ***

A faceta adulta dos trabalhos gerados pelo edital de 2009 é vista em três dos lançamentos, cada um ligado a um gênero diferente.

"Bando de Dois", de Danilo Beyruth, lançado no mês passado, faz uma história de ação ambientada no sertão brasileiro (Zarabatana, 96 págs., R$ 36).

Os dois únicos sobreviventes de um bando de cangaceiros precisam recuperar as cabeças dos demais, decepadas e mantidas pelo autor do crime.

Outro lançamento é a coletânea de tiras "Sic", de Walmir Orlandeli (Conrad, 72 págs., R$ 19,90). Cada uma traz uma espécie de conto narrado na forma de tira.

                                                         ***

Em termos gráficos, "O Astronauta: Ou Livre Associação de um Homem no Espaço" é possivelmente o trabalho mais inovador publicado até agora (Zarabatana, 52 págs., R$ 33).

A história se baseia em um conto do escritor e quadrinista Lourenço Mutarelli, mostrado como o personagem central do álbum, o primeiro do edital de 2009 a ser lançado.

Tê-lo em cena é consequência de diversos registros visuais dele, captados pelo fotógrafo Flavio Moraes. Os desenhos ficaram a cargo de Fernando Saiki e Olavo Costa.

O resultado, que dialoga com o experimentalismo, recria em imagens as frases de Mutarelli, elaboradas por meio de associação de ideias.  

 

Cena de Crônicas da Pindahyba.

 

 

Cena de "Crônicas da Pindahyba", que será lançado nesta semana

 

 

 

 

Os outros dois títulos publicados, "Crônicas da Pindahyba" e "Zeladores", trazem histórias sem um público definido. Podem ser acompanhadas tanto pelo leitor juvenil quanto pelo adulto. Em comum, ambas tateiam o folclore brasileiros, embora por caminhos distintos.

"Crônicas da Pindahyba" será lançado nesta sexta-feira, às 22h, em Bragança Paulista, no interior de São Paulo (no Balcão Busca Vida). A obra se passa no Brasil do século 17.

O trio Ubaldo, Pajé e Azuma peregrina pelas estradas e serras paulistas para dar o "troco" aos abusos comerciais dos colonizadores europeus.

A história é de Hilton Mercadante, responsável também pela edição do álbum (40 págs., R$ 10). Pelo que se leu da estreia, a proposta é dar sequência à série.

                                                         ***

"Zeladores", de Nathan Cornes e Anderson Almeida usa o folclore como mote para a ação (Devir, 64 págs., R$ 39,50). Ação ambientada num cenário paranormal.

O malandro Zé Pilintra e o racional Opala 78 usam seus conhecimentos místicos para defender a fictícia cidade de São Paolo.

As outras três obras ainda não publicadas são "A Dama do Martinelli", de Marcela Godoy", "Homem no Espaço", de Fernando Saiki, e "Eram os Deuses Orixás", de Alex Mir.

Pelo edital, os autores teriam prazo de oito meses para finalizar os projetos, com prorrogação de 90 dias. O edital foi renovado neste ano. Veja os selecionados aqui.

Escrito por PAULO RAMOS às 21h54
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15.10.10

Convidados estrangeiros dão diferencial a Fest Comix

 

Kickback. Crédito: editora HQM

 

 

 

 

 

 

Lançamento do álbum "Kickback" terá presença do autor, o inglês David lloyd, um dos convidados da feira de quadrinhos 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta não é a primeira vez que o Fest Comix traz convidados internacionais. Mas faz anos que isso não se repetia.

A volta deles é o diferencial desta 17ª edição da feira de quadrinhos paulistana, que tem início nesta sexta-feira e vai até domingo.

Os dois autores vêm da Europa. Da Inglaterra vem David Lloyd, conhecido por ser o desenhista da minissérie "V de Vingança". Da Itália, Fabio Civitelli. 

Ambos fazem lançamentos na feira, que tem como principal característica a venda de quadrinhos com pelo menos 20% de desconto.

                                                         ***

Civitelli mostra em livro parte da experiência nos desenhos da revista de faroeste "Tex", uma das mais antigas da Itália - longevidade repetida aqui no Brasil.

A obra se chama "O Oeste segundo Civitelli" e terá sessão de autógrafos no sábado, às 14h. No mesmo dia, só que às 18h, ocorre o lançamento do outro convidado de fora.

David Lloyd irá autografar o drama policial "Kickback" (HQM, 96 págs., R$ 49,90). Os dois títulos, o de Lloyd e o de Civitelli, não serão os únicos a serem lançados no Fest Comix.

A feira, promovida pela loja de quadrinhos Comix, repete nesta edição uma outra tradição: a de concentrar obras novas, cuja venda começa no evento.

                                                         ***

Pelo menos quatro editoras reservaram novidades para o Fest Comix. Uma delas é a HQM. Além de "Kickback", lança os nacionais "Série Infanto-Juvenil HQM 1: Senninha e Sua Turma" (36 págs., R$ 4,90) e "Anarriê" (104 págs., R$ 29,90).

A NewPOP começa a vender "Supernatural: Origem", baseado na série de TV, e os mangás "Dororo", de Osamu Tezuka (208 págs., R$ 24,90), e "Domo Mangá" (96 págs., R$ 16).

A estreante Kalaco promete o adiado álbum com as primeiras tiras de Flash Gordon, que havia sido programado para o meio do ano, mas foi prorrogado por problemas de gráfica.

A Kalaco irá lançar também o livro "Entes Perpétuos - O Universo Onírico de Neil Gaiman", de Heitor Pitombo (192 págs., R$ 39).

                                                          ***

Outra obra, que tangencia os quadrinhos, também começará a ser vendida na feira. É "A Presença do Animê na TV Brasileira", de Sandra Monte (104 págs., R$ 22,90).

A Devir lança no evento, no sábado, ao meio-dia, o nacional "Pequenos Heróis" (104 págs, R$ 29,90). O título foi produzido por diferentes autores e traz leituras pessoais sobre os super-heróis da norte-americana DC Comics, editora de Batman e Super-Homem.

A lista não deve ficar apenas nisso. A se pautar pelas edições anteriores, há sempre novidades de última hora que engordam a lista de lançamentos. É questão de ficar de olho.

Além dos novos títulos, o evento terá também uma série de debates com autores e pessoas ligadas à área de quadrinhos. A lista pode ser vista no blog do Fest Comix.

                                                         ***

Serviço - 17ª Fest Comix. Quando: de hoje a domingo (17.10). Onde: centro de eventos São Luís, no Colégio São Luís. Endereço: rua Luís Coelho, 323, em São Paulo (perto da estação Consolação do Metrô). Quanto: a entrada custa R$ 7. 

Escrito por PAULO RAMOS às 10h46
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12.10.10

Lançamento de Bienvenido em Recife

Convite rápido. Lanço em Recife na próxima quinta-feira, dia 14, o livro "Bienvenido - Um Passeio pelos Quadrinhos Argentinos" (Zarabatana, 176 págs., R$ 36).

A sessão de autógrafos será às 18h no Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco.

Haverá também outros autores no lançamento, que integra a programação do congresso da Aled (Associação Latinoamericana de Estudos do Discurso).

Assino um capítulo de outra obra que será lançada no evento, "Linguística de Texto e Análise da Conversação - Panorama das Pesquisas no Brasil" (Cortez, 430 págs., R$ 52).

Escrito por PAULO RAMOS às 23h03
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10.10.10

Uma correção

Noticiei uma informação errada, que precisa ser corrigida com igual destaque.

Durante a cobertura on-line da festa de premiação do Troféu HQMix, realizada na quarta-feira à noite, escrevi que troféus seriam dados aos "integrantes da comissão organizadora".

A informação aparece na postagem das 21h58, momento em que todos os integrantes da comissão presentes haviam subido ao palco do teatro do Sesc Pompeia, em São Paulo, local do evento.

Segundo a comissão me corrigiu no espaço do blog dedicado aos comentários, o troféu não foi dado a todos os integrantes, como o texto sugere.

De acordo com o esclarecimento deixado no blog, o troféu foi entregue como recordação à presidente da comissão, Sonia Bibe Luyten, e ao apresentador, Serginho Groisman.

Outras duas estátuas foram dadas ao Imag (Instituto Memorial de Artes Gráficas do Brasil) e à ACB (Associação dos Cartunistas do Brasil) para que as imagens constem nos arquivos da  premiação. Os demais integrantes da comissão não receberam réplicas do troféu.

Há uma regra interna, adotada nas últimas edições, que impede integrantes da comissão de concorrerem, salvo em casos de participação em trabalhos feitos com outros autores.

Fica feita a necessária correção.

Escrito por PAULO RAMOS às 13h44
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06.10.10

Troféu HQMix - Início da transmissão

Começo com esta postagem a cobertura do 22º Troféu HQMix.

A cerimônia ocorre no teatro do Sesc Pompeia, em São Paulo.

A abertura para a entrada da plateia foi autorizada há um minuto.

O prêmio é o principal da área de quadrinhos do país.

Escrito por PAULO RAMOS às 19h47
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HQMix faz cerimônia de entrega nesta quarta-feira em São Paulo

 

 

Os organizadores do 22º Troféu HQMix fazem na noite desta quarta-feira a cerimônia de entrega dos vencedores deste ano da premiação, a principal da área de quadrinhos do país.

A festa está marcada para começar às 20h (nos anos anteriores, o início atrasou). O evento será no teatro do Sesc Pompeia, em São Paulo, mesmo local das últimas edições.

A apresentação será de Serginho Groisman, que comandou todas as entregas do troféu desde que foi criado.

O encontro é aberto ao público e de graça. A organização pede apenas que as pessoas retirem o ingresso com uma hora de antecedência no próprio Sesc, na rua Clélia, 93.

                                                          ***

O blog vai cobrir ao vivo a cerimônia, como tem feito nas últimas edições do HQMix. As postagens e as fotos - de Gil Tokio - devem começar por volta das 19h, direto do local.

Escrito por PAULO RAMOS às 09h13
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